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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Visita ao aeroporto é adiada. Encontro será na Acirj

Os dirigentes da Acit, Acit e Aciva mudaram o roteiro previsto para esta manhã em Jaguaruna. A visita às obras do Aeroporto Regional foram canceladas devido ao mau tempo. Para manter e aproveitar o agendamento do encontro eles vão se reunir na sede da Acirj, no centro de Jaguaruna, logo mais, às 10 horas.

A informação foi repassada a pouco pelo presidente da Acit, Eduardo Silvério Nunes, na Rádio Bandeirantes AM.

O encontro entre os dirigentes empresariais marca a união de forças em torno de um projeto regional, no caso o Aeroporto, e que pode significar um novo marco no desenvolvimento integrado de todo o Sul.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Quem ganha com o Salário Mínimo Regional?

Temos que concordar que ver empresários e sindicalistas do mesmo lado em assuntos favoráveis aos trabalhadores não é coisa muito comum. Por isso surpreendeu hoje a posição do vice-presidente da Associação Empresarial de Jaguaruna e Sangão (Acirj), Evaldo Ávila da Silva, sobre o Salário Mínimo Regional (SRM), durante entrevista no programa Café da Band. Ele é favorável a decisão aprovada na Alesc esta semana e acredita no poder social que a medida pode proporcionar.

Outra situação que deve ser corrigida é o direito à habitação. Temos um déficit muito grande nesta área e muito ainda para avançar e garantir que todos tenham um lugar decente para morar.

O presidente do Sintraves, Carlos Eduardo Zamparetti, que já estava no estúdio da rádio, foi surpreendido e deixou escapar um parabéns, que foi escutado ao fundo da entrevista.

Eu fiz questão de parabenizá-lo, pois para os trabalhadores o Salário Mínimo Regional é uma grande conquista. Vai ser possível aumentar a renda, o consumo e a produção. Todos ganham – acrescentou.

Para Zamparetti os grandes beneficiados pelo SRM são os profissionais que não tem sindicatos e nem formas de representação para negociar salários.

- Hoje, as profissões regulamentadas já têm pisos superiores ao salário mínimo nacional devido as conquistas e negociações dos sindicatos, mas outras categorias não tinham isso – completa.

Silva e Zamparetti também concordaram que agora o governo também tem que fazer a sua parte e fazer a reforma tributária para desonerar os salários e os assalariados.

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