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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Quem tem ficha limpa para assumir o presídio?

A pergunta já foi feita aqui no blog e continua sem resposta. O novo gerente do Presídio Regional de Tubarão, Fabrício Buss de Medeiros, assumiu o cargo ontem diante de alguma polêmica. Tinha processos, que já foram arquivados por falta de provas, por assédio sexual e tentativa de suborno de uma detenta.

O gerente que deixa o cargo, Ricardo Welausen, também tinha contra sí um pedido de afastamento provisório desde 2007 por conta de denúncias de irregularidades cometidas por funcionários do presídio. Entre elas, as investigações contra Medeiros. Welausen e o chefe de segurança Roberto Delpizzo Filho estavam no comando e por isso foi feito o pedido de afastamento para que as investigações pudessem ser feitas com maior liberdade.

Pelo andar da situação, ter processos, investigações, suspeitas é coisa normal no meio penitenciário.

Mas se você acha que estou pedindo demais, leia o que diz o Art. 75 da Lei nº 7.210/84 (Lei de Execuções Penais)
"O ocupante do cargo de diretor de estabelecimento deverá satisfazer os seguintes requisitos:
I - ser portador de diploma de nível superior de Direito, ou Psicologia, ou Ciências Sociais, ou Pedagogia, ou Serviços Sociais;
II - possuir experiência administrativa na área;
III - ter idoneidade moral e reconhecida aptidão para o desempenho da função"

Diretor, gerente, etc, é tudo uma questão de nomenclatura, no final será esta pessoa que vai dirigir o estabelecimento.

Mas como a substituição foi realizada, Medeiros agora está no comando até que se resolva a situação de Francisco Esmeraldino (que também pleiteia o cargo), o jeito é aguardar e torcer para que o trabalho seja bem feito e a tranquilidade continue no presídio.

Mais do que brigas jurídicas e políticas, a população precisa ter segurança e tranquilidade.

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Mais polêmica no presídio de Tubarão

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mais polêmica no presídio de Tubarão

Nem Francisco Esmeraldino, nem Décio Paquelim, nem Ricardo Welausen, o novo diretor interino será o agente penitenciário Fabrício Buss de Medeiros. Pelo menos é o que pretende o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap) Hudson Queiroz.

O problema é que Medeiros tem na justiça processos por assédio sexual e tentativa de suborno de uma detenta. Segundo informações a formação dele também estaria em desacordo com a legislação. Ele tem curso superior em Administração e a exigência é de cursos de Direito, Pedagogia, Psicologia ou Serviço Social. Esta manhã foi feita uma tentativa de conversa com eles no Presídio de Tubarão, mas a imprensa não foi recebida.

Os processos contra Fabrício Medeiros ainda não foram julgados, portanto não se pode acusá-lo de nada, mas será que não tem ninguém dentro dos quadros da polícia catarinense em condições de ocupar o cargo sem criar nenhuma polêmica?

Uma hora é desacordo de quem faz a indicação, outra é falta de diploma, outra é processo na justiça. Continuo não entendendo o motivo deste cargo ser tão cobiçado e disputado.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Paquelim volta ao Presído de Tubarão

Décio Paquelim volta a dirigir o Presídio de Tubarão, enquanto não se resolve a situação envolvendo a substituição de Ricardo Welausen por Francisco José Esmeraldino. A informação surgiu esta manhã e foi divulgada na Rádio Bandeirantes AM.

A substituição já havia sido barrada pelo juiz Júlio César Knoll na sexta-feira, quando acatou ação do MP-SC que pede que não haja substituição no comando do presídio. Um dos problemas é a ausência de diploma de curso superior.

De acordo com a coluna de Arilton Barreiros, no Jornal da Cidade, a troca de comando no presídio de Tubarão foi sugerida por integrantes do PMDB de Tubarão, liderados pelo deputado federal Edinho Bez.

Na edição de sábado do jornal Notisul, o secretário de segurança pública e defesa do cidadão, Ronaldo Benedet, disse que a mudança “é um capricho político. Não entendo para que mexer em time que joga bem”.

Se está ganhando ou perdendo eu não sei, o que eu não entendo é o motivo de um cargo de um órgão tão problemático como o Presídio ser tão disputado politicamente.

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Polêmica no Presídio: Troca de comando sofre reviravolta

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