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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Mais atenção ao PSDB

Na reunião fechada com lideranças locais na Acit com o governador Leonel Pavan, uma cena explicou a realização de uma segunda reunião fechada logo após a primeira, desta vez só com líderes do PSDB, partido do governador. Enquanto prefeitos do PMDB acompanhavam as reivindicações da Acit, e aguardavam pela assinatura de convênios, do lado de fora o prefeito de Armazém, Jaime Wensing (PSDB), esperava com a esperança de mostrar dois projetos do Propav Rural, para pavimentação de acesso à comunidades, com valores de R$ 2,4 milhões. Só conseguiu entrar com a ajuda do pré-candidato a deputado estadual Carlos Stüpp (PSDB).

No encontro, só com tucanos, o pedido foi dar mais atenção aos pleitos dos municípios administrados pelo PSDB. A reclamação geral era de que o ex-governador Luiz Henrique da Silveira priorizou as prefeituras ligadas ao PMDB. Para comprovar a tese, ontem (4/5) foram assinados convênios, ainda da época de LHS, com os municípios de Capivari de Baixo e Gravatal em torno de R$ 750 mil

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Disputas por territórios

O fim de ano tem registrado a passagem pela Amurel de deputados estaduais e federais de diversas siglas e sem base eleitoral na região. Ganham os municípios que vão capitalizando recursos com o apoio destes parlamentares. Mas qual será o saldo disso tudo nas eleições de 2010?

A coluna de Cláudio Prisco Paraíso, do jornal A Notícia, fala do clima ruim entre o deputado federal Edson Bez de Oliveira (PMDB), o Edinho, e o secretário estadual de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ronaldo Benedet (PMDB), e que é deputado federal licenciado. A informação repercute na coluna de Adelor Lessa, do jornal A Tribuna. Estão disputando a mesma base eleitoral.

Enquanto isso, o deputado federal que ocupa a vaga de Benedet, Acélio Casagrande (PMDB), é citado na coluna de Cristiano Carrador, do jornal Notisul, por receber o prefeito de Armazém Jaime Wensing (PSDB) e tentar recursos de R$ 1 milhão para o município. Em 2010, Acélio é pré-candidato a deputado estadual. Se Genésio Goulart não acordar logo...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sem Besc, prefeitos prometem buscar outras agencias

Com a incorporação do Besc pelo Banco do Brasil, a região da Amurel perderá três agencias. Armazém, Gravatal e Treze de Maio ficam só com o Banco do Brasil (BB) a partir de 1º de dezembro. Isso num primeiro momento, pois outras devem fechar, ou ser incorporadas como preferem dizer os gestores do BB.

Conversei ontem com os prefeitos de Armazém e Treze de Maio, Jaime Wensing (PSDB) e Arilton Cândido (PP), o Xela, respectivamente. Eles estavam muito contrariados com a decisão do Banco do Brasil, até porque tinham a promessa de que não haveria o fechamento.

Agora eles pretendem atrair outro banco para a cidade. Vão conversar com Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal ou quem mais demonstrar interesse. Para atrair este banco se comprometem até a transferir a movimentação bancaria das prefeituras e pagamento de folha salarial para quem se instalar na cidade.

São municípios pequenos, é verdade, mas as agencias já tinham fila e agora com uma opção a menos o temor é que a situação se agrave.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Assunto encerrado na Amurel

O assunto da saída de quatro municípios da Amurel para integrar a recém criada Amesg parece ter encerrado na assembleia ordinaria de hoje (21/10). O presidente da Associação e prefeito de Imbituba José Roberto Martins (PSDB), o Beto, leu as cartas de desfiliação e voltou a garantir que os trabalhos da entidade não serão comprometidos com a redução na arredacação.

Beto chegou informar que fez um levantamento dos serviços prestados pelos profissionais da Amurel para os municípios e que 48% de todo o trabalho realizado em 2008 foram para os municípios de Gravatal, Grão Pará, Pedras Grandes e São Ludgero, ou seja, os que deixaram a associação.

Os prefeitos e vice-prefeitos presentes à Assembleia (somente Laguna não teve representante) ouviram também os prefeitos de Capivari de Baixo, Luiz Carlos Brunel Alves (PMDB), e de Armazém, Jaime Wensing (PSDB) explicarem porque saíram da Amurel no início do ano e porque resolveram ficar agora.

Brunel disse que o momento era de união e que a divisão da Amurel não era boa pra ninguém. Já Wesing, cujo município tem maior proximidade com a encosta da serra do que Capivari de Baixo, disse que ficou na Amurel atendendo a pedidos feitos pelo presidente da Alesc Jorginho Mello (PSDB) e pelo vice-governador Leonel Pavan.

O único 'estranho no ninho‘ durante a assembleia foi o secretário de educação de Gravatal Ademor Mota da Silva (PT), o Milo.

– Eu ainda faço parte do colegiado dos secretários da educação, e se temos assuntos para discutir na minha área eu faço questão de participar – disse Milo.

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