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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Feirão do Imposto alerta para carga tributária

Só este ano os tubaronenses já pagaram mais de R$ 29 milhões em impostos. Um valor que muitas vezes nem se percebe que saiu do bolso. O tributo está embutido no preço de produtos e serviços. E pra onde vai este dinheiro? É justamente pra fazer os consumidores pensarem a respeito que no fim de semana foi realizado em várias cidade do Brasil o Feirão do Imposto

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tributo Único

A implantação da Nota Fiscal Eletrônica em Santa Catarina tem deixado muitos empresários de cabelo em pé diante da mudança. Não que eles sejam contrários à medida, mas o esforço para colocar tudo em ordem nos prazos definidos tem dado bastante trabalho.

Trabalho, que por sinal, também gera custos. O candidato ao senado Hugo Biehl (PP) argumenta que um terço do que é arrecadado em impostos no Brasil é gasto com despesas de fiscalização e custos das empresas para controlar o pagamento de tributos. Uma das propostas de campanha do pepista é o Tributo Único, como forma de simplificar os procedimentos e otimizar os recursos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Carga tributária: jovens empresários realizam 'enterro do imposto'

O salário que o brasileiro consegue em mais de cinco meses de trabalho é gasto com o pagamento de impostos. A necessidade de reforma tributária é uma cobrança mais efetiva dos políticos nesse período eleitoral e foi lembrada durante o 'enterro do imposto', promovido pelos membros da Associação dos Jovens Empreendedores de Tubarão (Ajet) durante o Dia D

terça-feira, 29 de junho de 2010

Construção civil em alta

A construção civil continua em ritmo acelerado no país. Na região isso também é visível. Ao olhar pela janela de nossa redação na Unisul TV, dá para ver a quantidade de obras em andamento em Tubarão. Num giro pela região também se percebe boa movimentação como em Braço do Norte e Orleans, por exemplo.

Os índices de evolução do nível de atividade no setor subiram para 55,8 pontos em maio ante os 53,9 pontos de abril. Foi o quarto mês consecutivo de crescimento, de acordo com a Sondagem da Construção Civil, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada ontem (28/7). Já pensou se a distribuição de renda fosse melhor e também a questão tributária fosse mais equilibrada? Ia faltar cimento, porque mão de obra já falta.

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Atividade da construção civil cresce pelo quarto mês consecutivo

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Plebiscito para garantir reformas

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou ontem (16/6) a proposta de plebiscito para consultar a população sobre a votação de uma reforma política pelo Congresso na próxima legislatura (2011-2014).

Seria a oportunidade de fazer esta reforma que é tão esperada e necessária. Seria uma forma de garantir esta reforma, porque se for esperar pela vontade dos políticos vai ficar difícil.

Segundo o projeto do deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE), esse plebiscito seria organizado pelo Tribunal Superior Eleitoral e realizado no mesmo dia do 1º turno das eleições deste ano, em 3 de outubro. Ou seja, além de escolher presidente, governadores, senadores, e deputados, os eleitores também poderão dizer se querem ou não a reforma.

Bom, mas para que serviria esta reforma?

São diversos pontos. Mas são temas que sempre se fala que são necessários, mas não saem do lugar. Financiamento de campanha, fidelidade partidária, verticalização, sistema e modelo eleitoral, voto distrital, lista de candidatos, registro de partidos políticos, enfim, realmente são muitos assuntos importantes para discutir, mas que por um motivo ou outro, por um interesse ou outro nunca são.

Hoje temos coligações com as mais diversas formatações. Partidos coligados em nível federal são adversários dentro dos estados. Outros fazem parte de coligações, mas não lançam candidatos e parecem existir apenas para somar tempo na propaganda eleitoral no rádio e na TV. Enfim, chegamos num ponto em que é preciso mudar. O sistema precisa de correções e aperfeiçoamento.

A proposta ainda precisa ser aprovada em votação dos deputados, e nem sei se vai dar tempo de ser votada e realizada nesta eleições. Mas, inclusive a ideia de se utilizar as eleições bienais para se consultar a população sobre outros temas é muito boa, já que se investe mais de 500 milhões de reais a cada dois anos para preparar as eleições. Amarrar as outras reformas como a fiscal, da previdência, da educação, por exemplo, com a vontade popular, que nem sempre é respeitada pelos políticos que deveriam representar este desejo, é um caminho.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Até agora foi para o sócio

O nosso ano só começa no sábado (29/5) e segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) o do governo termina amanhã (28/5). É que segundo o IBPT são necessários 148 dias de trabalho por ano para pagar toda a carga tributária brasileira. Isso significa que 40,5% dos rendimentos são comprometidos com impostos federais, estaduais e municipais.

Sem uma reforma tributária justa e sem uma distribuição de recursos mais próxima da realidade vamos ficar assim: pagando a conta. Perdem todos, pois os empresários muitas vezes não investem mais ou sonegam para não pagar imposto. O trabalhador aceita ganhar por fora para não pagar os tributos, e assim vai. Também com um sócio desses…


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Brasileiro trabalha até o final de maio só para pagar impostos

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Câmara pode votar a reforma tributária

Deputados devem analisar, também, a proposta que acaba com o foro privilegiado em julgamentos de autoridades. A PEC dos Vereadores será votada em segundo turno. A pauta do Plenário para esta semana tem três grandes destaques: a votação em primeiro turno da reforma tributária (PECs 233/08, 31/07 e outras) e do fim do foro privilegiado para autoridades (PEC 130/07) e a votação em segundo turno do aumento do número de vereadores do País (PECs 336/09 e 379/09). SAIBA MAIS...

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Quem ganha com o Salário Mínimo Regional?

Temos que concordar que ver empresários e sindicalistas do mesmo lado em assuntos favoráveis aos trabalhadores não é coisa muito comum. Por isso surpreendeu hoje a posição do vice-presidente da Associação Empresarial de Jaguaruna e Sangão (Acirj), Evaldo Ávila da Silva, sobre o Salário Mínimo Regional (SRM), durante entrevista no programa Café da Band. Ele é favorável a decisão aprovada na Alesc esta semana e acredita no poder social que a medida pode proporcionar.

Outra situação que deve ser corrigida é o direito à habitação. Temos um déficit muito grande nesta área e muito ainda para avançar e garantir que todos tenham um lugar decente para morar.

O presidente do Sintraves, Carlos Eduardo Zamparetti, que já estava no estúdio da rádio, foi surpreendido e deixou escapar um parabéns, que foi escutado ao fundo da entrevista.

Eu fiz questão de parabenizá-lo, pois para os trabalhadores o Salário Mínimo Regional é uma grande conquista. Vai ser possível aumentar a renda, o consumo e a produção. Todos ganham – acrescentou.

Para Zamparetti os grandes beneficiados pelo SRM são os profissionais que não tem sindicatos e nem formas de representação para negociar salários.

- Hoje, as profissões regulamentadas já têm pisos superiores ao salário mínimo nacional devido as conquistas e negociações dos sindicatos, mas outras categorias não tinham isso – completa.

Silva e Zamparetti também concordaram que agora o governo também tem que fazer a sua parte e fazer a reforma tributária para desonerar os salários e os assalariados.

Quem paga a conta do Salário Mínimo Regional?

A Assembléia Legislativa de Santa Catarina aprovou esta semana o Salário Mínimo Regional. O assunto divide opiniões de empresários e trabalhadores. Nem os deputados se entendem sobre o assunto Edivaldo.

A decisão da Assembléia Legislativa criou a partir de janeiro de 2010 quatro novas faixas salariais. Estes valores vão servir de referencia para as diversas categorias negociarem os salários nas datas bases a partir do próximo ano. Os salários variam entre R$ 587,00 e R$ 679,00.

Os comerciários de Tubarão e região por exemplo comemoram. O piso, que atualmente é de R$ 560,00, não vai poder ser menor do que R$ 647,00 em 2010.

Já entre os empresários o pensamento é de que a negociação dos salários deveria ser livre entre os sindicatos patronais e dos trabalhadores. O presidente da Associação Empresarial de Tubarão (Acit) Eduardo Silvério Nunes demonstra preocupação com o momento da decisão.

- O posicionamento da classe empresarial é voltado à necessidade de livre negociação entre as classes, a respeito de salários, levando em conta, inclusive, o papel dos sindicatos, que já atuam como intermediários nessa relação. Outra preocupação é que tal medida, somada à retração natural da economia no atual momento, reduza ainda mais os postos de trabalho - diz Nunes.

Entre os deputados estaduais, mesmo após a aprovação do projeto, o tom é de troca de farpas entre os que concordam e os que desaprovam.

É claro que do ponto de vista da valorização do trabalho o projeto é muito bom. O salário mínimo nacional é de R$ 465,00 e isso é muito pouco. Só que mais uma vez se decidem as leis que mexem no bolso da iniciativa privada e se deixa de legislar sobre o compromisso do governo.

E os impostos? E reforma tributária?

Mais uma vez ficam de lado.

Os empregadores reclamam do aumento, porque a carga de impostos sobre os salários é muito grande. Os trabalhadores também são taxados sobre isso. A resposta a este descaso é a ameaça de desemprego ao trabalhador, que deveria ser o maior beneficiado desta decisão e no final pode acabar pagando a conta.

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Salário mínimo regional: troca de farpas na Alesc

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