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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Imaruí aprova projeto que proíbe uso de avião na agricultura

O Projeto de Lei nº.004/2010, de 7 de maio de 2010 que trata da proibição do lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial de Imaruí foi aprovado por unanimidade na sessão desta segunda-feira (4/10) da Câmara de Vereadores. Agora falta a sanção do prefeito Amarildo Souza (DEM).

A vereadora Elina Roussenq (PMDB), que voltou ao trabalho na mesma sessão depois de licença, informou pelo Twitter que o próximo passo, será visitar câmaras e prefeituras das cidades vizinhas e levar a proposta de projeto de lei para aprovação também.

Na semana passada, pescadores de Imaruí realizaram um protesto pedindo providências quanto a poluição da lagoa. O entendimento é de que a forma de cultivo atual tem contribuído com o problema. Situação que é negada pela rizicultores que argumentam que o uso de agrotóxicos é controlado e feito dentro das normas vigentes.

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Rizicultores e vereadores discutem projeto em Imaruí
Pescadores fazem mobilização contra poluição da lagoa de Imaruí

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Prioridades do Sul: pescadores reivindicam despoluição do Complexo Lagunar

O Complexo Lagunar que compreende três lagoas entre os municípios de Laguna e Imaruí precisa da atenção das autoridades públicas. Famílias que vivem da pesca reinvindicam a despoluição das águas desse local, de onde são tirados o sustento e a única fonte de renda. Outro problema enfrentado é o assoreamento. A lâmina de água da lagoa está muito baixa o que impede a criação do pescado, essas melhorias são solicitadas aos futuros eleitos pela população

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pescadores fazem mobilização contra poluição da lagoa de Imaruí

A atividade de centenas de pescadores está ameaçada com a poluição da lagoa de Imarui, de onde extraem o sustento das famílias. Numa tentativa de alertar a população e sobretudo, as autoridades sobre o problema, eles fizeram um protesto, que ainda rende muita discussão

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fosfateira: Laguna apoia campanha contra instalação

Ambientalistas mantém firme o propósito de impedir a implantação de uma fosfateira em Anitapólis. Para isso, buscam adesão do poder público em cidades que podem ser impactadas pela indústria. Laguna formalizou o apoio, durante uma reunião com o prefeito Célio Antonio (PT) e representantes da Pastoral da Terra

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Carreata ambiental contra a fosfateira

Ambientalistas de todos os lados participam neste sábado de uma carreata ambiental. O trajeto será de Laguna até a nascente do rio dos Pinheiros em Anitápolis onde será realizado um protesto contra a instalação de uma fosfateira. Em cada cidade que a carreata passar haverá um comício popular.

Políticos de todos os lados também devem aparecer, mesmo que o evento seja apartidário. Por isso é sempre bom o eleitor lembrar que já estava comprometido com as causas ambientais sem se preocupar com as eleições.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O que poluí a lagoa?

O que começou com um debate sobre as formas de plantio do arroz pode estar contribuindo para se levantar as principais fontes poluidoras da Lagoa Mirim, em Imaruí. Vereadores e rizicultores vem discutindo o Projeto de Lei nº 4/2010, que proíbe o lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial de Imaruí há cerca de um mês. A ideia do projeto é reduzir o impacto ambiental causado pela agricultura, enquanto que os produtores rurais argumentam que o uso do avião gera mais controle sobre o que é usado nas lavouras.

Só que diante das queixas apresentadas pela comunidade e pescadores sobre a qualidade da água da lagoa surgiram outros fatores que podem não ter origem na atividade rural. Por isso o problema pede uma discussão mais ampliada.

Reunião realizada esta manhã (1º/7) entre representantes da Associação dos Rizicultores do Vale do Rio D’Una (Arivale) e vereadores teve a participação de especialistas. Técnicos da Epagri falaram sobre as vantagens do uso do avião nas lavouras e argumentaram em favor dos produtores. Do outro lado, ouviram argumentos de que o dano ambiental causado pelo lançamento de agrotóxicos por aviões é maior do que o feito por tratores.

Uma das propostas apresentas é que seja realizado um estudo para esclarecer a situação. Uma das divergência está em quando fazer e quando aprovar a Lei. Uns defendem que só vote a Lei após a realização do estudo. Outros defendem que a aprovação da Lei e depois a realização do estudo e, se necessário, se volte atrás.

De um jeito, ou de outro, é preciso descobrir o que polui as águas da lagoa, causa o surgimento de manchas e mortandade de peixes. Essa quem sabe, poderá ser a maior contribuição deste debate.

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Imaruí discute o uso de aviões na agricultura

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Perguntas sobre o rio

O questionamento de hoje da série ‘perguntar não ofende’ é de uma leitora do blog. As perguntas são relacionadas ao rio Tubarão. Nesta segunda-feira, 7 de junho, a espera é de 27 anos, 7 meses e 19 dias por nova dragagem.

A leitora Tatiana, que diz ter vindo de outra cidade, pergunta: Existe alguma iniciativa privada pensando em proteção ambiental em Tubarão? Por que esse abandono? Tubarão só vai se preocupar com o Rio quando for tarde demais?

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Romaria a Anitápolis é cancelada

Os organizadores da Romaria Ecológica do Dia Internacional do Meio Ambiente ao município de Anitápolis comunicam que evento foi cancelado por causa das chuvas intensas dos últimos dias e às péssimas condições das estradas que estão intrasitáveis. A romaria motorizada estava prevista para ocorrer neste sábado (5/6) e o objetivo era realizar um almoço de confraternização em prol da vida e da defesa do emprego e renda justa, humana, digna, e também protestar contra o Projeto Anitápolis (IFC) que prevê a instalação de uma fosfateira no município.

terça-feira, 1 de junho de 2010

A oportunidade do pré-sal

Você já imaginou ser comunicado que tem uma herança para receber de um parente que nem sabia que tinha? Assim, de uma hora pra outra você fica sabendo que vai entrar uma grande quantia em dinheiro por um bom tempo?

Pois é mais ou menos esta a situação com a descoberta do pré-sal. Reservas consideráveis de petróleo que poderão transformar o Brasil num dos grandes produtores do mundo e por consequência gerar muito riqueza para a nação.

Mas como distribuir estes recursos por todo o país e garantir que eles sejam aplicados em ações que melhorem a qualidade de vida e proporcionem desenvolvimento? Como fazer com que cada cidadão seja beneficiado por esta riqueza que é de todos os brasileiros.

Garantir o repasse para os municípios brasileiros é uma das ideias. Ela é defendida pelo deputado federal gaúcho Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), já foi votada na Câmara e agora precisa ser aprovada no senado. Se passar, só em Santa Catarina, a previsão é de que R$ 800 milhões sejam distribuídos entre os municípios por meio do FPM, o Fundo de Participação. Na Amurel a estimativa é que os repasses aumentem em R$ 10 milhões.

Ao longo dos anos estes recursos podem proporcionar diversos investimentos na cidades e isso vai depender da boa gestão pública dele e também da fiscalização dos moradores, que precisam se envolver com os orçamentos e com a definição de prioridades.

Mas outro aspecto também deve ser observado na aplicação destes recursos. É preciso pensar no futuro. O petróleo é uma fonte de energia esgotável. O que vai ser feito quando ele acabar? Vamos empurrar nossos carros porque não vamos ter gasolina? Ainda vai haver planeta diante de tanta poluição?

Não podemos pensar só no combustível mais barato, mas devemos pensar que tipo de combustível nos queremos.

É preciso aproveitar esta herança inesperada, esta fonte de recursos que não se contava para investir também em pesquisas para descobrir fontes de energia que sejam menos nocivas ao meio ambiente e que garantam um futuro promissor e viável para todos.

A descoberta do pré-sal, sem dúvida, pode colocar o Brasil em um novo patamar de desenvolvimento. Se bem aplicados, seu recursos também podem colocar o país na vanguarda da tecnologia mundial e quem sabe dominar um conhecimento que pode mudar o futuro de toda a humanidade.

Para quem acha que estou pensando longe demais é só dar uma pesquisada na internet e ver o drama que os países desenvolvidos já vivem com preços altos dos combustíveis e com o tempo perdido sem inovar e investir em solução para acabar com a dependência do petróleo.

Estamos diante de uma grande oportunidade. Será que vamos aproveitar?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Uma espera de mais de 27 anos

As medidas para prevenir novas enchentes na região são esperadas há muito tempo pela população. Mas este assunto não pode ser lembrado apenas quando temos fortes chuvas ou risco de transbordamento. Este é um assunto para ser lembrando diariamente, até que se tenha uma solução.

Mesmo após a enchente de 1974 passaram-se quatro anos até que alguma obra fosse iniciada. Entre 1978 e 1982 foi realizado o Projeto de Controle de Cheias do Vale do Rio Tubarão que previa obras de dragagem, retificação do leito do rio, que tinha muitas curvas, canalização e endicamento. Somente a construção dos diques não foi realizada e depois o tempo comprovou que eles não seriam eficientes na contenção de cheias.

Existe um monumento, em frente ao antigo Besc, que além de registrar a altura que chegou o rio em 74, marca o final dos trabalhos feitos pelo Departamento Nacional de Obras e Saneamento, no governo do ex-presidente João Batista Figueiredo. O monumento é do dia 19 de outubro de 1982, o que significa que há 27 anos, sete meses e seis dias esperamos por novas obras de dragagem no rio Tubarão.

É muito mais que uma vida. E quanto tempo ainda vamos ter que esperar?

O assunto não pode só ser lembrado quando chove forte ou quando é realizado o Seminário anual, que também só foi instutuido por causa de uma lei proposta pelo ex-vereador Maurício da Silva. Se não fosse isso, talvez ficaria só na memória de quem sofreu nos anos 70.

A última batimetria no Rio Tubarão indica que ele está 42% assoreado. Em alguns pontos a profundidade é inferior a um metro.
O poder público precisa fazer a sua parte e garantir logo obras de prevenção.

Enquanto isso a população deve fazer a sua. Numa visita à orla de Laguna, após as chuvas, é possível ver muito lixo, brinquedos, pneus, peças de banheiros, plástico. Aí não é culpa do governo. É culpa de todos nós. Tudo foi carregado pela água da chuva. Foi despejado por 250 mil pessoas que vivem ao longo da Bacia do Rio Tubarão.

Então para que se evite uma nova tragédia é preciso compromisso de todos. Para cobrar pelas obras necessárias e contribuir com a preservação da natureza.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Imaruí discute o uso de aviões na agricultura

Um Projeto de Lei deu entrada ontem na Câmara de Vereadores de Imaruí e promete polêmica. O proposta, dos vereadores Elina Roussenq e Vanderlei Cunha, o Vand, ambos do PMDB, proibe o lançamento de agrotóxicos por aeronaves nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial do município.

A principal cultura atingida pela lei seria a rizicultura. Em Imaruí, 68 produtores plantam arroz em 3.500 hectares, principalmente na localidade de Vale do Rio D’una. A produção estimada para este ano é de 490 mil sacas de arroz.

Desta localidade sai parte da água que abastece os municípios de Imbituba e Garopaba e a água descartada pelas lavouras desemboca na Lagoa de Imaruí.

Um dos argumentos é também que os agricultores são de fora da cidade, levam os lucros e os moradores ficam com os prejuízos. Então o conflito entre os pescadores e os produtores de arroz é grande.

Os produtos lançados pelos aviões são geralmente inseticidas e fungicidas, mas as aeronaves também são utilizadas para semeadura e aplicação de uréia, que não causam nenhum dano. A quantidade é receitada por técnicos e controlada.

Se não for feita por meio aéreo pode ser feito pela forma costal que usa máquinas terrestres. De forma aérea, argumentam os produtores, é mais rápida, não expõe o agricultor aos produtos e é mais controlada. Somente produtos das classes 3 e 4, que são as menos poluentes são permitidas.

Uma outra alternativa seria o investimento na agricultura orgânica, mais aí a produtividade é menor. Portanto o assunto é complicado e mexe com a cultura das pessoas. Para os produtores seria um erro optar pela proibição. Já para os pescadores seria uma forma de proteger a lagoa e a atividade pesqueira.

É um assunto isolado no município de Imaruí, mas que merece uma discussão ampliada. Não é apenas um tema econômico, mas ambiental.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Senadora avalia situação de obras de infraestrutura na região

As obras de infraestrutura que estão sendo realizadas na região Sul do Estado como a duplicação da BR-101, Aeroporto Regional Sul, em Jaguaruna, Porto de Imbituba e também a possibilidade de instalação de uma fosfateira em Anitápolis, foram tema de uma entrevista que fiz com a senadora Ideli Salvatti (PT)

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Audiência Pública, em Laguna, discute a Fosfateira de Anitápolis

A discussão sobre os impactos da Indústria de Fosfatados Catarinense (IFC), projetada para ser implantada no Vale do Rio dos Pinheiros, em Anitápolis, terá continuidade hoje em Laguna. A Assembleia Legislativa realiza uma Audiência Pública para tratar do assunto. O evento será às 19 horas, no Centro Cultural e Social Santo Antônio dos Anjos, no Centro Histórico. A Audiência foi solicitada pelo deputado estadual Décio Góes (PT) e promovida pela Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Alesc.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Incentivar a reciclagem

O destino do lixo urbano é um dos grandes problemas do desenvolvimento. Encontrar soluções e contar com o apoio da população é um dos desafios a ser enfrentado.

Mas que fazer para mobilizar a sociedade?

Criar consciência é o primeiro passo, pois o problema é de todo mundo.

O que nós vimos na última semana no Rio de Janeiro não é um problema isolado. Em maior ou menor proporção, ele existe em todo lugar. E o que se faz para resolver?

É uma situação semelhante a dos presídios. Todos querem uma solução, mas ninguém quer um presídio ou um depósito de lixo perto de casa.

Acabar com o lixo é algo que parece impossível. Então o que fazer? Se não dá para acabar é preciso então reduzir. Usar menos plástico, menos papel, enfim diminuir tudo o que é possível para restar somente o que não tem jeito.

Outra situação é o que a reciclagem é capaz de fazer. Hoje em dia no mercado, temos diversos produtos que já são feitos de materiais reciclados e com qualidade igual ou superior a dos produtos tradicionais. Só que eles ainda são muito caros, seja porque a tecnologia para desenvolvê-los e produzí-los custa mais ou também porque a escala de vendas ainda não foi suficiente para baixar os preços.

Uma alternativa seria dar incentivos fiscais para a indústria de recicláveis. Não pode uma empresa que fabrica produtos que vão contribuir com a poluição ser taxada da mesma forma do que uma que ajuda com o meio ambiente. Seria uma grande forma de incentivar a produção e também estimular o consumo.

Nos últimos dias, com o lançamento das campanhas dos principais candidatos a presidência da república, eles lamentaram os acontecimentos no Rio de Janeiro. Dedicaram um minuto de silêncio e bonitos discursos. Mas também não falaram como pretendem resolver este tipo de problema.

Sem lixo desnecessário, pode-se reduzir o lixão, sem lixão, ninguém precisa morar em cima dele. Teríamos melhor qualidade de vida e perspectiva de um mundo melhor. Porque hoje, só vemos lixo pela frente.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

É preciso falar mais da Fosfateira de Anitápolis

Estudantes dos cursos de História, Geografia e Ciências Biológicas organizaram ontem (7/4) na Unisul um painel sobre a instalação da Fosfateira de Anitápolis. O objetivo foi despertar a atenção para o assunto que será discutido numa audiência pública na próxima semana em Laguna.

O assunto ainda gera muitas dúvidas e pelo que se percebe o grande público ainda está desinformado.

Primeiro é uma pena que os responsáveis pelas empresas que projetam a instalação da fosfateira em Anitápolis não participam destas discussões com a população. Desta forma se acompanha a opinião apenas daqueles que são contrários ao projeto do jeito que ele foi apresentado até agora.

E ouvindo estas pessoas, de técnicos, engenheiros e ambientalistas tem-se a percepção de que é inaceitável permitir que projeto de tamanho impacto seja implantado.

É preciso saber que o projeto não está parado. As transnacionais Bunge e Yara venderam o projeto para a empresa Vale. A estratégia é não falar muito e fazer o projeto caminhar sem que ninguém perceba, sem muito barulho.

Mas os alertas estão sendo feitos.

São mais de 1700 hectares de área envolvida. Diversos municípios e ecossistemas podem ser atingidos. Diversas espécies animais ameaçadas de extinção foram ignoradas o Estudo de Impacto Ambiental.

Os estudos feitos por Ongs e pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão indicam que foram utilizados dados climáticos que não condizem com a realidade da região. O verdadeiro impacto, pelo que parece, foi omitido.

Dizer que o projeto vai render investimentos e vagas de emprego é muito vago e fácil de justificar. Mas por que a nossa região não valoriza e investe em outras atividades que não sejam poluentes e que possam dar mais qualidade de vida para todos?

No passado, nossa região também se iludiu com promessas de crescimento econômico e geração de empregos vinda da exploração do carvão. O que sobrou em nossas cidades além de poluição, desemprego, problemas de saúde e crescimento desordenado?

É preciso falar mais deste projeto e conquistar mais forças para brigar por melhores condições de vida, destas e das gerações futuras. Para isso é preciso a mobilização de todos.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Falta estrutura e daí?

A falta de estrutura de alguns órgãos públicos só aumenta o descrédito perante a população. A Policia Ambiental, com pouca gente para trabalhar e uma grande área para fiscalizar é uma delas.

Um morador de Tubarão diz que registrou queixa, na Policia Ambiental de Laguna, de um vizinho que não cuida adequadamente de um viveiro de pássaros. Os animais morrem devido aos maus tratos.

E agora? O que fazer quando todos os caminhos são percorridos e não dão o resultado esperado? Existe um problema, é feita a denúncia e não se faz nada.

Este círculo vicioso tem que mudar!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Paracer contrário à fosfateira

A Câmara Técnica (CT) do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão e Complexo Lagunar apresentou parecer desfavorável à instalaão da Indústria de Fosfatados Catarinense (IFC), em Anitápolis. A CT foi criada para realizar o estudo técnico sobre o tema e orientar as ações do Comitê.

O relatório que indica a inviabilidadde do projeto sob o ponto de vista ambiental foi entregue na sexta-feira ao presidente do Comitê Eduardo Silvério Nunes. O relatório completo de 60 páginas emitido pela Câmara Técnica está sendo encaminhado a todas as entidades que integram o Comitê e será novamente esclarecido na Assembleia Geral Ordinária que acontecerá dia 16 de dezembro, às 14h, na Acit.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Reforço na luta contra a fosfateira

O evento na Amurel era para assinar o repasse de recursos de obras em Tubarão, mas um dos mais contentes era o secretário de educação de Gravatal, Ademir Mota da Silva (PT), o Milo. Ele comemorava o posicionamento da senadora Ideli Salvatti (PT) sobre a instalação da Industria de Fosfatados Catarinense (IFC) em Anitápolis. Depois de três meses analisando o projeto ela se pronunciou contrária à instalação e tornou-se a mais nova aliada daqueles que lutam contra o projeto.

Durante a fala na Amurel, a senadora tornou público o posicionamento e daí foi a vez de fazer a alegria do vereador de Tubarão Haroldo Silva (PSDB), o Dura.

– Ganhamos um reforço de peso nesta disputa e não estamos mais brigando sozinhos – comemorou Dura.

domingo, 15 de novembro de 2009

Licenças e desenvolvimento

Nos últimos tempos ouvimos falar, e muito, em licenças ambientais para construir isso e aquilo. A última é sobre a licença ambiental para pavimentar a estrada que liga o Camacho ao canal da barra em Laguna. Muitos protestos e coisa e tal.

Tem uma outra, que é a licença ambiental para o funcionamento da fosfateira em Anitápolis que também gera discussão, e neste caso mais manifestações contrárias do que favoráveis.

Reportagem do Diário Catarinense deste domingo fala sobre um empreendimento turístico na Serra do Tabuleiro que demorou 14 anos para obter todas as licenças necessárias.

É preciso desenvolver e todos pedem por isso. O desenvolvimento não pode também ser a qualquer custo. Muito menos a custo de corrupção.

É, pois no meu entendimento, todo este lenga-lenga em torno destas licenças só gera corrupção. Lembra do caso Moeda Verde, em Florianópolis?

Enquanto não tivermos mecanismos justos e confiáveis para garantir estas licenças e o desenvolvimento sustentável, vamos ficar nesta desconfiança. E nisso todos concordam. Não é bom para ninguém que seja honesto e tenha boas intensões.

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Difícil ponto de equilíbrio

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Audiência propõe revitalização das lagoas da região

Uma audiência pública para debater sobre a dragagem da bacia hidrográfica do rio Tubarão e complexo lagunar foi realizada em Laguna. A ideia foi propor a elaboração de um diagnóstico e um processo de revitalização das lagoas da região. O ministro da pesca, Altemir Gregolin participou do encontro e afirmou que irá buscar recursos federais para os projetos

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