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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Horário eleitoral termina sem a participação de Wesley Collyer

Os últimos programas dos candidatos ao senado em Santa Catarina no rádio e na TV foram exibidos nesta quarta-feira. Um dos candidatos não conseguiu fazer nenhuma aparição. O horário terminou e o candidato do PPS, Wesley Collyer, ficou de fora. Ele tentou na Justiça Eleitoral o direito de aparecer no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão. Ele chegou a aparecer com 3% das intenções de votos no início da campanha, mas sem espaço, caiu para 1%.

As alternativas encontradas por Collyer foram a internet e aproveitamento de todos os convites para debates e entrevistas que surgiram. O candidato alega que fez o registro da candidatura de forma individual e fora dos prazos estipulados por pressão da coligação As Pessoas em Primeiro Lugar.

– Fui escolhido em convenção, mas pediram que não apresentasse a documentação pois caso contrário eu iria tirar tempo da coligação no programa. Não sou de ir ao Supremo, mas vou lutar até onde puder por minha candidatura, aguardo decisão, porém, estou apto a ser votado, como pode ser visto no site do TRE - finaliza Wesley.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sem tempo na TV, mas com boa impressão

Sem tempo na televisão e com poucos recursos para campanha o candidato a senador pelo PPS, Wesley Collyer, tem aproveitado as oportunidades que aparecem para divulgar ideias e propostas. Em passagem por Tubarão na semana passada ele gravou entrevista na Unisul TV, exibida no sábado à noite, e deixou boa impressão. Apesar de desconhecido do grande público recebeu manifestações de eleitores por causa do discurso apresentado.

Disputando uma eleição pela primeira vez, Collyer defende mais ética e moralidade na política. Uma das propostas é criar uma Agencia Nacional de Combate à Corrupção ou um Disque-Corrupção.

Para obter o registro definitivo da candidatura Wesley Collyer ainda aguarda o julgamento de recurso. O TRE entendeu que o partido dele faz parte da coligação As Pessoas em Primeiro Lugar na chapa majoritária e por isso não pode ter candidato ao senado. Se o recurso for julgado antes do término do horário eleitoral no rádio e TV, ele ainda terá direito a inserções. Mas isso nem mesmo o candidato acredita que irá ocorrer.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Mário do Campo assume na Câmara de Capivari de Baixo

O vereador e candidato a deputado estadual Arlei da Silva (PPS) pediu licença da Câmara de Capivari de Baixo, na sessão de ontem (31/8) para se dedicar à campanha. A licença de 60 dias passa a valer a partir do dia 9 de setembro. Quem assume no período é o primeiro suplente da coligação PPS-PTC, Mário Silva (PTC), o Mário do Campo, que fez 335 votos em 2008 contra 349 de Arlei. Ou seja, não se elegeu por 15 votos.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Arlei da Silva pode tirar licença para se dedicar à campanha

Um dos vereadores que estaria ausente na sessão extraordinária de Capivari de Baixo que iria ocorrer nesta quinta-feira, mas foi cancelada, era Arlei da Silva (PPS) que também é candidato a deputado estadual. Integrante da base governista ele disse que já havia informado que aproveitaria o recesso para trabalhar na campanha e que por isso não poderia participar da sessão.

Silva descartou atritos com o prefeito Luiz Carlos Brunel Alves (PMDB) que está mais engajado na campanha do peemedebistas Alexandre Moraes.

- Eu não posso misturar as coisas. O prefeito é do PMDB e o partido dele tem um candidato. Em sou do PPS e tenho que buscar o meu espaço, e por estar buscando isso é que não poderei estar na sessão – diz.

Com o fim do recesso na próxima semana, Arlei da Silva estuda a possibilidade de tirar licenciar da casa em setembro para dedicar-se exclusivamente à campanha. A licença pode se estender até outubro.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Eleições 2010: Arlei da Silva (PPS)

Em breve começam as campanhas eleitorais, mas antes desse período você conhece os pré candidatos a deputado estadual da região. Hoje é a vez de Arlei da Silva (PPS)



Todos os pré-candidatos a deputado estadual, com domicílio eleitoral na Amurel, foram convidados pela Unisul TV para a realização da entrevista. Apenas o pré-candidato Cleosmar Fernandes (PR) e a deputada estadual Ada de Luca (PMDB), que concorrerá a reeleição, não puderam participar por problemas de agenda

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Um mês para definir

Os partidos entram no último mês de prazo para negociar coligações e definir os candidatos nas eleições deste ano. O cenário ainda pode mudar muito até o dia 30 de junho que é o prazo final para as convenções. Mas os movimentos mais recentes permitem uma leitura do momento.

O PT realiza um encontro estadual neste sábado, dia 29, e a pauta é a definição dos candidatos. Seria uma pré-convenção. E com um quadro pré-definido fica difícil para o partido compor na chapa majoritária sem abrir mão do que for decidido.

O que se tem certeza é de que o PT não vai coligar com PSDB, DEM e PPS que são os partidos que vão apoiar José Serra para presidente. Este partidos inclusive argumentam que qualquer composição que venha a ser feita tem como condição o apoio ao candidato tucano.

Com isso sobra para o PT o PP e o PMDB. Estes dois partidos andam na balança no quesito Serra. O partido de Ângela Amim faz parte do Governo Lula, mas acena ficar do lado tucano. O PMDB nacional já decidiu que vai estar com Lula, mas em Santa Catarina existe resistência.

O próprio candidato peemedebista disse ontem (26/5), em entrevista ao jornalista Adelor Lessa, que vai tratar do assunto com Michel Temer (PMDB), o vice de Dilma Roussef e não com o PT catarinense.

Na tríplice aliança os partidos conversam de olho nos adversários. Se houver união entre PP e PT fica mais próxima a manutenção da coligação. E assim pode variar de acordo com as conversas que vão se alongar durante o mês.

Entre o que já está definido, o que parece mais concreto é a estratégia do PT catarinense que tratou de firmar alianças com partidos menores e já garantiu dobrar o tempo que terá na televisão. Caso não coligue com algum deles os petistas contam com o apoio de partidos como o PR que pode estar com outro candidato, mas é certa a participação na base de apoio de Dilma.

O mesmo ocorre com o PPS que está fechado com Serra, mas esta semana já conversou com PP e PMDB.

Como se vê, o jogo é complicado e nebuloso e os próximos 30 dias prometem colocar cada peça em seu lugar.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Flávio Alves tira licença da presidência do PPS

O presidente do PPS de Tubarão Flávio Alves tirou licença de 60 dias do cargo para se dedicar a outras atividades do partido. Neste período assume o vice-presidente Lenoir Ferreira.

Alves, que é secretário de Governo da prefeitura de Tubarão, explica que nestes dois meses pretende intensificar a atuação regional do partido além de participar das reuniões da direção estadual.

Nesta segunda-feira (24/5), a comissão formada para tratar de coligações em SC teve encontros com o PP e com o PMDB. Flávio Alves confirma que qualquer tipo de coligação em Santa Catarina está condicionada ao apoio a pré-candidatura a presidente de José Serra.

sábado, 22 de maio de 2010

Por e-mail: Deputado federal Edinho Bez

Do alto de sua experiência, o deputado Edson Bez, o Edinho (foto de Saulo Cruz), avalia nesta entrevista feita por e-mail a movimentação na Câmara dos Deputados, a necessidade de reformas, situação política nacional, estadual e local e ainda as chances do pré-candidato do partido a deputado estadual Alexandre Moraes

BLOG DO RAFAEL MATOS - O congresso discutiu muito o Projeto Ficha Limpa. O senhor acha que ele é necessário, ou o eleitor poderia fazer essa triagem?
EDINHO BEZ - Os dois são importantes. O Projeto Ficha Limpa nasceu da vontade popular liderada pela CNBB, mas independente de cor partidária, independente de religião ele prosseguiu. Eu participei em várias reuniões da CNBB aqui em Brasília discutindo a forma e a maneira de tramitar no Congresso Nacional. Fiz inúmeros pronunciamentos e participei de reuniões defendendo a aprovação desse Projeto Ficha Limpa. Estava na hora de dar uma certa tranquilidade para o eleitor, já que a maioria não acompanha direito os seus candidatos e muitos candidatos prometem com facilidade durante a campanha e depois não cumprem. Mas por falha do eleitor que não acompanha, acaba tendo a manutenção dos candidatos que não correspondem com aquilo que divulga, que propaga, aquilo que promete e assume compromisso durante a campanha eleitoral. Então os dois são importantes, a Ficha Limpa é importante e o eleitor também não tem condições de saber tudo do candidato porque muitas vezes ele vota enganado, por isso ele até tem o direito de se enganar. O que não é possível é nós continuarmos com eleição sem que haja uma atenção maior por parte do eleitor na hora de votar. Ainda temos eleitores, embora minoria, mas que ainda vota porque ganha alguma coisa. Isso é ruim para a democracia, é ruim para a comunidade, é ruim para o estado, é ruim para o Brasil. Eu espero que com a Ficha Limpa, dê essa oportunidade para o eleitor ficar mais tranquilo com as candidaturas dos que se apresentarão. Tanto é importante que o eleitor fique atento porque a justiça não costuma acertar 100%. Então é importante que o eleitor continue avaliando e prestando atenção na hora de votar. 

BRM – Por que é importante ocorrer a reforma política?
EB - Eu não tenho a menor dúvida de que precisamos fazer uma reforma política urgente. Eu briguei em 2008, 2009, com um grupo de parlamentares aqui em Brasília para fazermos a reforma política. Setenta por centro dos que vão se eleger nas eleições hoje, ou é corrupto ou tem dinheiro. Eu venho dizendo isso há muito tempo, está aqui na tribuna, em entrevistas, e com a reforma política vai dar uma inibida, passa a ser mais valorizado o partido. No entanto, hoje, o eleitor, inteligentemente, vem votando no candidato, porque os partidos estão fragilizados. As coligações que nós temos hoje acabaram com as ideologias políticas, partidárias, acabaram de uma vez por todas com o controle do eleitor no candidato. Porque se ele votar errado o partido não corrigirá, tamanha a sua fragilidade. Então nós precisamos fazer a reforma política urgentemente. São várias reformas, mas essa será a reforma da reforma. 

BRM - Outras reformas também são discutidas pela sociedade: fiscal, da previdência, educacional, etc. Elas estão longe de ocorrer?
EB - Todas são importantes. O momento é propício para nós cobrarmos dos candidatos à presidência da república. Nós temos eleições este ano para escolha de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da república. É o momento certo para nos organizarmos. Eu já estou fazendo isso. Tenho dito que o candidato a presidente que eu vier a apoiar terá que assumir compromisso com as reformas. Nós precisamos mudar este país. Não é possível nós continuarmos como está. Como eu falei, a reforma política é importante porque os partidos estão fragilizados, agora segurança pública é outra urgência. O sistema está falido no Brasil. Nós precisamos fazer a reforma da segurança pública porque hoje as pessoas, e eu falo daqueles que cometem irregularidades, os bandidos, não respeitam mais a lei. Mata-se pessoas na rua, assalta-se lojas e bancos. Antigamente os assaltos eram planejados, era um trabalho de profissionais, hoje qualquer um que está sem dinheiro entra numa loja assalta e sai caminhando. Isso é um absurdo e prova que estamos fragilizados. Precisamos também fazer uma reforma tributária e fiscal. Não é possível nós continuarmos com um sistema tributário arcaico e ultrapassado, desmotivador. Por isso existe muita sonegação. Tem muitas pessoas boas, empresas boas que sonegam, não porque queiram sonegar, mas porque não tem como pagar. Ou fecha a empresa ou sonega. Nós não podemos aceitar isso. Então nós temos aqui uma proposta praticamente pronta. E a partir de 2011 também haveremos de retomar. Vale lembrar que as reformas sempre partem do executivo porque tudo que exige que vai haver despesa, ou diminuir receita a proposta deverá partir do executivo. Uma vez que na qualidade de legislador não posso apresentar uma proposta que venha caracterizar alteração na receita ou na arrecadação do governo, mas toda essas reformas serão importantes e nós haveremos de pressionar o futuro presidente para que elas ocorram. 

BRM - O PMDB conseguirá ter uma unidade nacional em torno de uma candidatura a presidente?
EB - Infelizmente não. Eu defendo a candidatura própria, vou até o fim porque sou coerente com aquilo que prego. É o maior partido do país. Nós temos mais vereadores, prefeitos, governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores. Sem sombra de dúvida, é o maior partido e nada justifica não lançarmos candidatura própria. Infelizmente, alguns oportunistas entendem que devem fazer um acordo, como já foi feito na época de Fernando Henrique Cardoso. Infelizmente, o Norte e o Nordeste são maioria aqui no Congresso Nacional, e eles trabalham unidos. Por isso dificulta a nossa candidatura própria, mas vou até o fim defendendo a candidatura própria. Até porque se não houver a candidatura própria, e entendo que está distante, também não haverá unidade em termos daquele que for escolhido para disputar como vice-presidente da república ou para outros cargos em nível federal. 

BRM - E em Santa Catarina, qual o cenário considera mais provável? Acredita na repetição da tríplice aliança?
EB - Eu espero que sim, mas eu não posso afirmar aqui que vai haver a tríplice aliança. Nós lutamos para que isso acontecesse, mas não escondo e não nego que estamos distanciados, ficou mais difícil. Mas não impossível. Houve uma nova conversação com os Democratas, com o PSDB, e com outros partidos menores com o PPS, como o PDT. Então nós estamos retomando esta discussão. Não é uma tarefa fácil, mas eu ainda acredito que é possível nós retomarmos e acertarmos para a tríplice aliança. Não custa nada acreditar e eu sempre acreditei nas coisas. 

BRM - Diversas polêmicas cercam o PMDB de Tubarão. Geralmente ele está dividido. Por que que isso ocorre?
EB - Primeiro não é de hoje que o partido não consegue unanimidade. Agora, é um partido democrático. Quem quiser participar, quem quiser sugerir, quem quiser disputar, se apresenta e será respeitado. É bom que as pessoas saibam disso. Agora, democracia a gente deve respeitar o resultado da maioria. Eu venho pregando unidade no partido há muito tempo. Logo que passou a última eleição para prefeito eu solicitei uma reunião ao diretório do PMDB de Tubarão e apresentei uma proposta para que a gente pudesse ter uma diretriz de trabalho, de comportamento, de respeito e atuação. Não dando mais espaço para moleque, para pessoas que tumultuam o partido e que não agem com respeito e maturidade. Então eu entendo que é possível nós melhorarmos, mas gradativamente. Virou um problema cultural, mas que já melhorou e muito, haja visto que a própria escolha agora para um candidato a deputado estadual representando Tubarão e posteriormente com a Amurel foi submetida uma prévia dentro do partido e quem ganhou foi o pré-candidato Alexandre Moraes e o vereador Evandro Almeida que participou imediatamente abraçou o Alexandre e se colocou à disposição para ajudá-lo na campanha eleitoral. Isso é uma demonstração de que o partido está maduro. Eu não gostaria de tratar de divisão. Eu falo que nós melhoramos muito e ainda não alcançamos 100% do nosso objetivo. 

BRM - Como avalia as chances do pré-candidato a deputado estadual Alexandre Moraes, que, como ocorreu com o senhor, disputará uma primeira eleição também para deputado estadual?
EB - O Alexandre é um bom moço. Um advogado. Já conversamos várias vezes. Esteve inúmeras vezes na minha residência. Conversamos no diretório, conversamos nas ruas e é uma boa pessoa e, não vamos esconder, a dificuldade no início é o fato de não ser uma pessoa ainda conhecida politicamente. Mas ele leva vantagem porque é uma boa pessoa, com caráter. Estamos conhecendo agora politicamente, mas estaremos junto com ele nessa caminhada. Em eleição não existe nada impossível. Eu acredito que dependendo do andar da carruagem ele terá plena chance de se eleger deputado estadual junto comigo na região, fazendo com que os partidários da região também demonstrem interesse por essa candidatura. Como ele é novo, o nome já diz, não podemos aqui avaliar uma perspectiva de vitória ou derrota, mas eu acredito que existem grandes possibilidades, desde que haja um engajamento regional com a candidatura dele. Embora nós enfrentamos um outro obstáculo que é o fato de a candidatura dele ter saído atrasada. Vários outros candidatos ocuparam alguns espaços na região da Amurel. Mas como eu também na época saí candidato dia 10 de maio e também era novo, porque o Alexandre não pode também trabalhar e acreditar?

segunda-feira, 17 de maio de 2010

PPS discute candidaturas. Arlei da Silva é o nome na região

A executiva estadual do PPS esteve reunida no sábado, em Blumenau, para discutir as candidaturas do partido em 2010. O vereador de Capivari de Baixo, Arlei da Silva, não participou, mas tem interesse direto num dos assuntos discutidos no encontro: as candidaturas a deputado estadual.

O secretário estadual do PPS, Maurício Costa, disse que quinze pré-candidatos compareceram ao encontro e uma pré-convenção foi marcada para o dia 12 de junho em São Joaquim. Ele confirmou que a pré-candidatura do vereador capivariense é bem vinda e necessária, pois o Sul do Estado é a região com o menor número de pré-candidatos do PPS. Além de Silva, o outro pré-candidato na região é o atual deputado estadual Altair Guidi, de Criciúma.

O vereador Arlei da Silva diz que está realizando visitas para consolidar a pré-candidatura. Ele acredita que existe espaço na região da Amurel e que é preciso conscientizar os eleitores da necessidade de eleger representantes comprometidos com a região.

Na mesma reunião foi formada uma Comissão de Relacionamento para discutir as possíveis coligações. Para deputado estadual o partido vai de chapa pura, mas nas outras esferas procura por coligações. A prioridade do partido, segundo Costa, que é um dos pré-candidatos a deputado federal juntamente com Carmen Zanotto, é coligar com quem der apoio à pré-candidatura de José Serra (PSDB) à presidência.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

PPS discute posicionamento em SC

O PPS de Santa Catarina deve acompanhar o diretório nacional e assim ficar junto ao PSDB nas eleições estaduais. O partido integra a base de apoio do pré-candidato a presidência José Serra (PSDB) e negocia as alianças no estado, o que inclui também o DEM, outro integrante da base de Serra.

O presidente da sigla em Tubarão, o secretário de Governo Flávio Alves, considera que a coligação DEM-PSDB-PPS seria uma boa alternativa para a disputa estadual.

Com os Democratas o PPS negocia a coligação na disputa proporcional para deputado federal. O partido indicará a ex-secretária estadual de Saúde, Carmen Zanotto, como única candidata à Câmara.

Na disputa para deputado estadual o PPS não realizará coligações e lançará uma nominata de candidatos para tentar ampliar o número de cadeiras na Assembleia Legislativa. Hoje tem o deputado estadual Altair Guidi. Na Amurel, a opção de pré-candidatura é o vereador de Capivari de Baixo, Arlei da Silva.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Consultas eleitorais

Em tempos de coligações e acertos políticos surgem todo tipo de composição de chapas possíveis. O problema é saber se elas são permitidas ou não. Diante de uma dúvida o jeito é consultar o TRE. Esta semana o juiz Samir Oséas Saad respondeu a uma consulta formulada pelo delegado do Partido Popular Socialista (PPS), Paulo Roberto Dalmolin, que consistia em duas indagações. A primeira era se um partido pode ter candidato ao Senado Federal apesar de não disputar o cargo de governador na eleição majoritária e a segunda questão era se é permitido a uma agremiação, em um pleito no qual sejam renovados dois terços do número de senadores, ter um candidato próprio e apoiar apenas um dos outros dois candidatos da coligação.

Confira as respostas...
TRESC responde a consulta sobre candidatura e formação de coligação

quarta-feira, 17 de março de 2010

Desdobramentos da suspensão dos direitos políticos

A suspensão dos direitos políticos dos vereadores de Tubarão Maurício da Silva (PMDB) e Léo Rosa (PPS) caiu como uma bomba e pode apresentar grandes desdobramentos.

A urgência deles, principalmente para Silva que é presidente da Câmara e tem mandato efetivo, é obter um mandado de segurança para evitar o afastamento do cargo. Com o mandado ganham tempo para entrar com a ação rescisória e fazer a defesa que foi perdida nesta ação julgada pelo Tribunal de Justiça.

Caso tenha que se afastar do cargo por mais de 15 dias, o vereador mais idoso, Ivo Stapazzol (PMDB), vai ter que convocar nova eleição para a mesa diretora, pois os outros presidentes eleitos Geraldo Pereira (PMDB), o Jarrão, e João Fernandes já renunciaram.

Para piorar a situação da ala peemedebista, o vereador João Fernandes que é do PSDB, mas que se uniu ao bloco para ganhar a presidência da Câmara, deve entrar de licença amanhã. Com isso assume a suplente Albertina Carvalho (PSDB), a Beth Xuxa, e o bloco governista passa a ter novamente seis vereadores, o que garante a maioria na nova eleição.

No caso da decisão não ser revertida, Maurício e Léo ficam impedidos de disputar as eleições de 2012 e isso também tem desdobramentos, pois o vereador do PMDB não esconde a vontade de disputar o cargo de prefeito.

A defesa dos vereadores vai ser embasada no fato de a constituição permitir o acúmulo de cargos, desde que não ocorra incompatibilidade de horários. Eles também acreditam que decisões diferentes em outras cidades do estado podem ajudar.

O fato também expõe mais uma vez o aspecto da lentidão da justiça, pois o problema ocorreu em 2003 e Maurício disputou as eleições de 2004 e 2008. Léo disputou a de 2008. Ou seja, estão sendo punidos agora, por uma situação de quase sete anos atrás.

Pelo menos os dois estão abertos para falar do problema e explicam como vão se defender, enquanto em outros casos, os envolvidos preferem ficar calados pra ver se o assunto fica esquecido.

Leia mais...
TJ suspende direitos políticos dos vereadores Maurício da Silva e Léo Rosa

segunda-feira, 1 de março de 2010

Prefeitos pedem a manutenção da tríplice aliança

Evento municipalista para pedir a manutenção da tríplice aliança foi realizado na Unisul de Tubarão. Prefeitos de diversas regiões do estado estiveram presentes, mas a ausência de algumas lideranças do PMDB, entre eles o presidente do diretório de Tubarão e os vereadores da sigla, foi muito sentida e causou desconforto.

O prefeito de Palhoça Ronério Heiderscheidt (PMDB) chegou a iniciar a fala dizendo que devia explicações. Mas além de contar que enfrenta o mesmo tipo de barreira dentro do partido, pediu a manutenção da tríplice aliança para garantir a continuidade da descentralização.

O prefeito de Tubarão, Manoel Bertoncini (PSDB) também pediu a manutenção da tríplice, e ainda listou o apoio a José Serra (PSDB) como candidato a presidência e definição de prazos para garantir a coligação.

O prefeito de Criciúma Clésio Salvaro (PSDB) também falou e disse que o momento é de esquecer as paixões políticas municipais em torno de objetivos maiores. O que foi complementado pelo prefeito de Imbituba José Roberto Martins (PSDB), o Beto, de que o objetivo maior é a candidatura de Serra e que para isso é preciso uma base forte de apoio.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Frente Municipalista

Enquanto não é realizado o encontro regional do PMDB em apoio à candidatura do Eduardo Moreira outras siglas se mobilizam em torno do apoio à manutenção da tríplice aliança.

O presidente do Diretório Municipal do PSDB de Tubarão, Toni Bittencourt, lidera a realização do encontro chamado de Frente Municipalista. São esperadas lideranças do PSDB da Região: Prefeitos, Vices, Vereadores e Presidentes de Diretórios de outros partidos como o DEM, PMDB e PPS.

O evento suprapartidário, será segunda-feira (1º/3), às 16 horas, no Salão Nobre da Unisul. Na pauta estará a aliança entre os partidos coligados.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Rendimento da poupança pode mudar

Um medida provisória para alterar o rendimento da caderneta de poupança é aguardada na Câmara dos Deputados. As mudanças teriam como objetivo reduzir a migração dos investimentos em fundos para a mais popular aplicação dos brasileiros. Com a queda da Selic, a poupança tornou-se mais rentável que estes fundos e outros investimentos de risco.

A quem beneficiaria este medida? A grande parte da população, que na baixa e na alta, sempre acredita na poupança, ou aos especuladores do mercado financeiro, que acompanham sempre as melhores ondas?

Poupança não tem desconte de Imposto de Renda e tem garantia de rendimento de 6% ao ano. Seria a velha história. Na hora do ‘bem bom’, cortariam o barato do povo.

Na Câmara, alguns partidos, como o PPS, já se movimentam contra a medida. Vamos aguardar os próximos encaminhamentos.

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