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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Quem ajuda na reconstrução do PMDB de Tubarão?

A região da Amurel manteve a representatividade na Assembleia Legislativa, mas o PMDB não. O partido no Sul vive situações contraditórias. Na chapa majoritária teve um representante eleito vice-governador com Eduardo Moreira. Para deputado federal manteve Edinho Bez e ganhou a presença de Ronaldo Benedet. Já para deputado estadual a situação ficou bem complicada.

De quatro nomes que tinha em 2006, ficou com apenas dois em 2010. Lançou sete candidatos em todo o Sul e conseguiu reeleger apenas Ada de Luca e Manoel Mota. O PMDB de Tubarão vai ficar sem representante a partir de 1º de fevereiro quando acaba o mandato de Genésio Goulart. E o que já não estava bom ficou ainda pior.

Será que a cidade que já reclama por mais investimentos do governo estadual ficará ainda mais distante de ver os seus pleitos contemplados? O que será feito para aproximar os dois eleitos e tê-los como aliados das reivindicações locais?

Ada de Luca, que tem base em Laguna, seria na teoria o nome mais próximo. Mas nesse primeiro mandato, a deputada acompanhou sempre tudo a distância de Tubarão. Na versão dela, essa atitude era em respeito ao espaço do deputado Genésio Goulart.

Em entrevista publicada aqui no 8 de maio ela disse:
- Sou muito presente na região da Amurel. Posso ter sido ausente na cidade de Tubarão, até agora, em respeito ao deputado Genésio. Porém, a minha presença na região se faz mediante ações que beneficiam a população como um todo.

E agora? Sem ele e sem ninguém eleito pela cidade, vai ocorrer esta aproximação?

Em Tubarão, Ada de Luca obteve somente 353 votos. Bem menos que os 2.048 votos obtidos em Laguna e 3.271 em Criciúma, cidade onde o PMDB também ficou sem representante na Alesc e o nome dela até aparece em pesquisas para a prefeitura em 2012.

Já Manoel Mota, obteve 9.445 votos em Araranguá, onde tem base, e 959 votos em Tubarão.

Para qual lado os eleitos vão dedicar mais atenção?

Está mais do que provado que o PMDB de Tubarão precisa ser reconstruído. Resta saber quem vai estar disposto a ajudar.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eleições 2010: região elege três deputados federais

Os catarineneses tambem puderam escolher dezesseis representantes à Câmara Federal. O sul do estado conseguiu eleger três candidatos, dois a mais que nas eleições de 2006

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Memória curta

A memória curta do eleitor e da população sempre é citada quando há repetição de fatos e até mesmo políticos com passado nebuloso conseguem se reeleger. Pois na denúncia contra o vereador Geraldo Pereira (PMDB), o Jarrão, de uso irregular de diárias, nós da imprensa também esquecemos de outros casos.

Um leitor do blog lembrou que no final do ano passado, também o deputado federal Edinho Bez (PMDB), foi denunciado pelo jornal Folha de S.Paulo por ter pago hospedagem para a mulher, com recursos da Câmara do Deputados. Edinho também se defendeu dizendo que não fez nada de irregular, da mesma forma que agora argumenta Jarrão.

Um fato não justifica o outro, mas esta farra de uso indevido dos recursos públicos tem que acabar. A sensação de impunidade não pode continuar.

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Farra das passagens: deputado federal Edinho Bez diz que nada fez de irregular

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Corrida ao TRE pode ter surpresas

Entre o que foi discutido, proposto e apresentado e o que será registrado hoje no TRE poderá haver grandes diferenças e surpresas.

O PP, por exemplo, perde em cima da hora uma forte candidatura à Câmara Federal, com a barração do deputado João Pizzolatti (PP) por causa da ficha suja.

Mas outro ponto é a cota feminina das chapas. Um terço deve ser de mulheres e neste ponto alguns nomes masculinos podem ser barrados e outros nomes femininos podem surgir como novidade.

Já a lista do TCE com nomes de quem teve problemas na prestação de contas, e que inclui o ex-prefeito de Tubarão, Carlos Stupp, não vai interferir no registro, mas cria a expectativa de como o TRE analisará os pedidos. Ansiedade para todos.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Plebiscito para garantir reformas

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou ontem (16/6) a proposta de plebiscito para consultar a população sobre a votação de uma reforma política pelo Congresso na próxima legislatura (2011-2014).

Seria a oportunidade de fazer esta reforma que é tão esperada e necessária. Seria uma forma de garantir esta reforma, porque se for esperar pela vontade dos políticos vai ficar difícil.

Segundo o projeto do deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE), esse plebiscito seria organizado pelo Tribunal Superior Eleitoral e realizado no mesmo dia do 1º turno das eleições deste ano, em 3 de outubro. Ou seja, além de escolher presidente, governadores, senadores, e deputados, os eleitores também poderão dizer se querem ou não a reforma.

Bom, mas para que serviria esta reforma?

São diversos pontos. Mas são temas que sempre se fala que são necessários, mas não saem do lugar. Financiamento de campanha, fidelidade partidária, verticalização, sistema e modelo eleitoral, voto distrital, lista de candidatos, registro de partidos políticos, enfim, realmente são muitos assuntos importantes para discutir, mas que por um motivo ou outro, por um interesse ou outro nunca são.

Hoje temos coligações com as mais diversas formatações. Partidos coligados em nível federal são adversários dentro dos estados. Outros fazem parte de coligações, mas não lançam candidatos e parecem existir apenas para somar tempo na propaganda eleitoral no rádio e na TV. Enfim, chegamos num ponto em que é preciso mudar. O sistema precisa de correções e aperfeiçoamento.

A proposta ainda precisa ser aprovada em votação dos deputados, e nem sei se vai dar tempo de ser votada e realizada nesta eleições. Mas, inclusive a ideia de se utilizar as eleições bienais para se consultar a população sobre outros temas é muito boa, já que se investe mais de 500 milhões de reais a cada dois anos para preparar as eleições. Amarrar as outras reformas como a fiscal, da previdência, da educação, por exemplo, com a vontade popular, que nem sempre é respeitada pelos políticos que deveriam representar este desejo, é um caminho.

Um ano de desprezo

Hoje completa um ano que os ministros do STF decidiram pela não obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo. Uma decisão que desprezou, não uma profissão, mas o valor da educação. Tramita na Câmara, uma PEC para tentar reverter esta situação. Os deputados têm realizado audiências públicas para discutir o assunto, só que aqueles que são contrários à exigência do diploma não participam da discussão. Por que será?

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Com diploma ou não, jornalismo é profissão

Retrocesso para a sociedade
Vamos mudar?

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Cheques: qual é o compromisso dos bancos?

Do jeito que está o compromisso dos bancos com o pagamentos dos cheques é quase nulo. As instituições financeiras emitem os talões com muito pouco critério e depois disso se eximem de qualquer responsabilidade para garantir o pagamento deles. Assim fica muito fácil. Mas uma proposta do deputado federal Edson Bez (PMDB), o Edinho, pode mudar esta situação. Ele começou a semana ouvindo entidades empresariais de Araranguá, Criciúma e Tubarão sobre Projeto de Lei que irá apresentar que pretende retomar a aceitação e a credibilidade dos cheques.

A proposta do parlamentar é fazer com que os bancos só emitam o segundo talonário para clientes com conta corrente aberta há seis meses após a emissão, compensação ou pagamento de 80% dos cheques do primeiro talonário e que assumam o pagamento de cheques de até 25% do salário mínimo, o que corresponde atualmente a R$ 127,50.

Considero que obrigar os bancos a garantir um valor mínimo pelos cheques é uma das grandes contribuições do projeto. Os comerciantes querem fugir das taxas dos cartões de créditos, mas temem pela inadimplência dos cheques. Esta garantia deve ser obrigação dos bancos. Só assim para estas instituições apertarem mais os critérios de liberação de cheques e arcarem com parte do prejuízo, que atualmente, fica só com os comerciantes.

sábado, 22 de maio de 2010

Por e-mail: Deputado federal Edinho Bez

Do alto de sua experiência, o deputado Edson Bez, o Edinho (foto de Saulo Cruz), avalia nesta entrevista feita por e-mail a movimentação na Câmara dos Deputados, a necessidade de reformas, situação política nacional, estadual e local e ainda as chances do pré-candidato do partido a deputado estadual Alexandre Moraes

BLOG DO RAFAEL MATOS - O congresso discutiu muito o Projeto Ficha Limpa. O senhor acha que ele é necessário, ou o eleitor poderia fazer essa triagem?
EDINHO BEZ - Os dois são importantes. O Projeto Ficha Limpa nasceu da vontade popular liderada pela CNBB, mas independente de cor partidária, independente de religião ele prosseguiu. Eu participei em várias reuniões da CNBB aqui em Brasília discutindo a forma e a maneira de tramitar no Congresso Nacional. Fiz inúmeros pronunciamentos e participei de reuniões defendendo a aprovação desse Projeto Ficha Limpa. Estava na hora de dar uma certa tranquilidade para o eleitor, já que a maioria não acompanha direito os seus candidatos e muitos candidatos prometem com facilidade durante a campanha e depois não cumprem. Mas por falha do eleitor que não acompanha, acaba tendo a manutenção dos candidatos que não correspondem com aquilo que divulga, que propaga, aquilo que promete e assume compromisso durante a campanha eleitoral. Então os dois são importantes, a Ficha Limpa é importante e o eleitor também não tem condições de saber tudo do candidato porque muitas vezes ele vota enganado, por isso ele até tem o direito de se enganar. O que não é possível é nós continuarmos com eleição sem que haja uma atenção maior por parte do eleitor na hora de votar. Ainda temos eleitores, embora minoria, mas que ainda vota porque ganha alguma coisa. Isso é ruim para a democracia, é ruim para a comunidade, é ruim para o estado, é ruim para o Brasil. Eu espero que com a Ficha Limpa, dê essa oportunidade para o eleitor ficar mais tranquilo com as candidaturas dos que se apresentarão. Tanto é importante que o eleitor fique atento porque a justiça não costuma acertar 100%. Então é importante que o eleitor continue avaliando e prestando atenção na hora de votar. 

BRM – Por que é importante ocorrer a reforma política?
EB - Eu não tenho a menor dúvida de que precisamos fazer uma reforma política urgente. Eu briguei em 2008, 2009, com um grupo de parlamentares aqui em Brasília para fazermos a reforma política. Setenta por centro dos que vão se eleger nas eleições hoje, ou é corrupto ou tem dinheiro. Eu venho dizendo isso há muito tempo, está aqui na tribuna, em entrevistas, e com a reforma política vai dar uma inibida, passa a ser mais valorizado o partido. No entanto, hoje, o eleitor, inteligentemente, vem votando no candidato, porque os partidos estão fragilizados. As coligações que nós temos hoje acabaram com as ideologias políticas, partidárias, acabaram de uma vez por todas com o controle do eleitor no candidato. Porque se ele votar errado o partido não corrigirá, tamanha a sua fragilidade. Então nós precisamos fazer a reforma política urgentemente. São várias reformas, mas essa será a reforma da reforma. 

BRM - Outras reformas também são discutidas pela sociedade: fiscal, da previdência, educacional, etc. Elas estão longe de ocorrer?
EB - Todas são importantes. O momento é propício para nós cobrarmos dos candidatos à presidência da república. Nós temos eleições este ano para escolha de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da república. É o momento certo para nos organizarmos. Eu já estou fazendo isso. Tenho dito que o candidato a presidente que eu vier a apoiar terá que assumir compromisso com as reformas. Nós precisamos mudar este país. Não é possível nós continuarmos como está. Como eu falei, a reforma política é importante porque os partidos estão fragilizados, agora segurança pública é outra urgência. O sistema está falido no Brasil. Nós precisamos fazer a reforma da segurança pública porque hoje as pessoas, e eu falo daqueles que cometem irregularidades, os bandidos, não respeitam mais a lei. Mata-se pessoas na rua, assalta-se lojas e bancos. Antigamente os assaltos eram planejados, era um trabalho de profissionais, hoje qualquer um que está sem dinheiro entra numa loja assalta e sai caminhando. Isso é um absurdo e prova que estamos fragilizados. Precisamos também fazer uma reforma tributária e fiscal. Não é possível nós continuarmos com um sistema tributário arcaico e ultrapassado, desmotivador. Por isso existe muita sonegação. Tem muitas pessoas boas, empresas boas que sonegam, não porque queiram sonegar, mas porque não tem como pagar. Ou fecha a empresa ou sonega. Nós não podemos aceitar isso. Então nós temos aqui uma proposta praticamente pronta. E a partir de 2011 também haveremos de retomar. Vale lembrar que as reformas sempre partem do executivo porque tudo que exige que vai haver despesa, ou diminuir receita a proposta deverá partir do executivo. Uma vez que na qualidade de legislador não posso apresentar uma proposta que venha caracterizar alteração na receita ou na arrecadação do governo, mas toda essas reformas serão importantes e nós haveremos de pressionar o futuro presidente para que elas ocorram. 

BRM - O PMDB conseguirá ter uma unidade nacional em torno de uma candidatura a presidente?
EB - Infelizmente não. Eu defendo a candidatura própria, vou até o fim porque sou coerente com aquilo que prego. É o maior partido do país. Nós temos mais vereadores, prefeitos, governadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores. Sem sombra de dúvida, é o maior partido e nada justifica não lançarmos candidatura própria. Infelizmente, alguns oportunistas entendem que devem fazer um acordo, como já foi feito na época de Fernando Henrique Cardoso. Infelizmente, o Norte e o Nordeste são maioria aqui no Congresso Nacional, e eles trabalham unidos. Por isso dificulta a nossa candidatura própria, mas vou até o fim defendendo a candidatura própria. Até porque se não houver a candidatura própria, e entendo que está distante, também não haverá unidade em termos daquele que for escolhido para disputar como vice-presidente da república ou para outros cargos em nível federal. 

BRM - E em Santa Catarina, qual o cenário considera mais provável? Acredita na repetição da tríplice aliança?
EB - Eu espero que sim, mas eu não posso afirmar aqui que vai haver a tríplice aliança. Nós lutamos para que isso acontecesse, mas não escondo e não nego que estamos distanciados, ficou mais difícil. Mas não impossível. Houve uma nova conversação com os Democratas, com o PSDB, e com outros partidos menores com o PPS, como o PDT. Então nós estamos retomando esta discussão. Não é uma tarefa fácil, mas eu ainda acredito que é possível nós retomarmos e acertarmos para a tríplice aliança. Não custa nada acreditar e eu sempre acreditei nas coisas. 

BRM - Diversas polêmicas cercam o PMDB de Tubarão. Geralmente ele está dividido. Por que que isso ocorre?
EB - Primeiro não é de hoje que o partido não consegue unanimidade. Agora, é um partido democrático. Quem quiser participar, quem quiser sugerir, quem quiser disputar, se apresenta e será respeitado. É bom que as pessoas saibam disso. Agora, democracia a gente deve respeitar o resultado da maioria. Eu venho pregando unidade no partido há muito tempo. Logo que passou a última eleição para prefeito eu solicitei uma reunião ao diretório do PMDB de Tubarão e apresentei uma proposta para que a gente pudesse ter uma diretriz de trabalho, de comportamento, de respeito e atuação. Não dando mais espaço para moleque, para pessoas que tumultuam o partido e que não agem com respeito e maturidade. Então eu entendo que é possível nós melhorarmos, mas gradativamente. Virou um problema cultural, mas que já melhorou e muito, haja visto que a própria escolha agora para um candidato a deputado estadual representando Tubarão e posteriormente com a Amurel foi submetida uma prévia dentro do partido e quem ganhou foi o pré-candidato Alexandre Moraes e o vereador Evandro Almeida que participou imediatamente abraçou o Alexandre e se colocou à disposição para ajudá-lo na campanha eleitoral. Isso é uma demonstração de que o partido está maduro. Eu não gostaria de tratar de divisão. Eu falo que nós melhoramos muito e ainda não alcançamos 100% do nosso objetivo. 

BRM - Como avalia as chances do pré-candidato a deputado estadual Alexandre Moraes, que, como ocorreu com o senhor, disputará uma primeira eleição também para deputado estadual?
EB - O Alexandre é um bom moço. Um advogado. Já conversamos várias vezes. Esteve inúmeras vezes na minha residência. Conversamos no diretório, conversamos nas ruas e é uma boa pessoa e, não vamos esconder, a dificuldade no início é o fato de não ser uma pessoa ainda conhecida politicamente. Mas ele leva vantagem porque é uma boa pessoa, com caráter. Estamos conhecendo agora politicamente, mas estaremos junto com ele nessa caminhada. Em eleição não existe nada impossível. Eu acredito que dependendo do andar da carruagem ele terá plena chance de se eleger deputado estadual junto comigo na região, fazendo com que os partidários da região também demonstrem interesse por essa candidatura. Como ele é novo, o nome já diz, não podemos aqui avaliar uma perspectiva de vitória ou derrota, mas eu acredito que existem grandes possibilidades, desde que haja um engajamento regional com a candidatura dele. Embora nós enfrentamos um outro obstáculo que é o fato de a candidatura dele ter saído atrasada. Vários outros candidatos ocuparam alguns espaços na região da Amurel. Mas como eu também na época saí candidato dia 10 de maio e também era novo, porque o Alexandre não pode também trabalhar e acreditar?

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Política Nacional de Mobilidade Urbana

O relatório e o substitutivo da deputada federal Ângela Amin (PP) ao PL 694/95 que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana foi aprovado, nesta quarta-feira (19/5). A matéria estabelece, entre outros pontos, as atribuições da União, dos estados e dos municípios nesse setor e estabelece direitos do usuário de transportes.

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Aprovado relatório de Dep. Angela que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana
Mobilidade urbana

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Padronização do Fundo de Participação dos Municípios

A padronização do recebimento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), uma das sugestões dos prefeitos participantes da 13a Marcha a Brasília, foi repercutida pelo deputado federal Edson Bez (PMDB), o Edinho, na tribuna da Câmara.

Ele defendeu a adoção de um valor padrão mensal para permitir o equilíbrio das contas públicos. Edinho disse ainda que algumas prefeituras estão fechando as portas em forma de protesto, mas que, em breve, serão forçadas a fazê-lo por necessidade.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O ar condicionado da Câmara

Uma curiosidade entre os tantos discursos proferidos pelos deputado federais na Câmara em Brasília. Num deles, Edson Bez (PMDB), o Edinho, se disse cansado de ouvir o assunto nos bastidores e reclamou publicamente. Disse que muitos Deputados não ficam no plenário por causa do frio.

– Nossos instrumentos de trabalho são a caneta e as cordas vocais - a escrita e a fala. Não sei por que, com todo o avanço tecnológico existente, não se consegue controlar a temperatura do ar condicionado aqui. A reclamação é geral – falou Bez.

Vai ver, o ar gelado é para esfriar os ânimos da turma!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Mobilidade urbana

Qual seria a solução para o trânsito de Tubarão? Para a falta de vagas para estacionar? Para as filas do Dia D? Eu sempre acreditei que investir em transporte público seria a melhor solução. E não tenho dúvida que é.

Então as perguntas deveriam ser, qual a linha que transporta os estudantes do Centro para a Unisul? Como faço para ir do bairro São Martinho para o bairro Monte Castelo? Tem como fazer isso pagando uma única passagem?

Bom, circula há 15 anos na Câmara um Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana e que pode incentivar soluços nesta direção. Ontem (11/5) a deputada federal Ângela Amin (PP) apresentou parecer e substitutivo ao PL 694/95. A matéria estabelece, entre outros aspectos, a prioridade do transporte público coletivo e dos meios não-motorizados.

O texto apresentado pela relatora é fruto de diversas audiências públicas realizadas no ano passado. Na elaboração do parecer, Ângela teve como base os subsídios fornecidos pelos representantes do poder público e de entidades privadas ligadas ao transporte, ouvidas durante os trabalhos da Comissão Especial. A matéria lista diversos direitos para os usuários, entre eles o de participar do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana.

O usuário também terá o direito de ser informado, nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, sobre itinerários, horários e tarifas dos serviços. Para assegurar a participação da sociedade civil, a Política de Mobilidade Urbana prevê a criação de órgãos colegiados e de ouvidorias, a realização de audiências e consultas públicas, e procedimentos sistemáticos de comunicação.

Seria muito bom se saísse do papel e virasse realidade.

Com informações do PP

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Informações sobre Dia do Trabalhador

O deputado federal Paulo Bornhausen (DEM) pediu ontem na Câmara dos Deputados, informações sobre os patrocínios de empresas estatais à festa do Dia do Trabalhador realizada em São Paulo. Foram apresentados cinco requerimentos de informações para Eletrobrás, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobrás e BNDES.

Os RICs questionam os valores, entidades e tipos de apoio que foram dados em 2010 e nos anos entre 2006 e 2008.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Ficha suja e a lei do mercado

Já ouviu falar em auto-regulamentação do mercado? É quando o governo não intervém e deixa que a lei da oferta e da procura determine as demandas de preços e salários, por exemplo.

Pois na história do Ficha Suja, projeto que está em discussão na Câmara dos Deputados, poderá acontecer o mesmo. Vários partidos têm anunciado que barrarão os candidatos que tiverem Ficha Suja (com condenações em primeira instância). Então, entende-se que mesmo que o projeto seja rejeitado, o mercado, quero dizer os partidos, vão tratar de limpar a nominata dos candidatos. É esperar para crer!

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Está pronta para o Plenário a proposta que barra os chamados fichas sujas na política

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Moralidade na política

O deputado federal Edson Bez (PMDB), o Edinho, repercutiu na tribuna da Câmara o artigo do promotor de justiça e professor universitário, Pedro Roberto Decomain, que fala sobre a conduta dos políticos.

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Edinho repercute artigo sobre a moralidade na política

quarta-feira, 14 de abril de 2010

PL da Enfermagem: categoria pede apoio ao vice-presidente

O Projeto de Lei 2295/00, que estabelece em 30 horas a jornada de trabalho dos profissionais da enfermagem não foi votado na sessão de ontem (13/4) da Câmara dos Deputados. Mesmo com a mobilização de toda a categoria na capital federal e em todo o país a votação não entrou na pauta.

Nesta quarta-feira (14/4) lideranças nacionais de enfermagem marcaram audiência com o Vice-Presidente da República – José Alencar (PR) para pedir apoio ao projeto. A presidente do Coren/SC, Denise Pires, também participa da audiência tendo em vista que a solicitação partiu de Santa Catarina.

Os líderes da categoria em Brasília também informa que 16 Deputados Federais de SC, doze já manifestaram apoio ao PL, Paulo Bauer (PSDB), Paulo Bornhausen (DEM) e Celso Maldaner (PMDB) ainda não se posicionaram e João Pizzolatti (PP) manifestou-se contrário.

PPS discute posicionamento em SC

O PPS de Santa Catarina deve acompanhar o diretório nacional e assim ficar junto ao PSDB nas eleições estaduais. O partido integra a base de apoio do pré-candidato a presidência José Serra (PSDB) e negocia as alianças no estado, o que inclui também o DEM, outro integrante da base de Serra.

O presidente da sigla em Tubarão, o secretário de Governo Flávio Alves, considera que a coligação DEM-PSDB-PPS seria uma boa alternativa para a disputa estadual.

Com os Democratas o PPS negocia a coligação na disputa proporcional para deputado federal. O partido indicará a ex-secretária estadual de Saúde, Carmen Zanotto, como única candidata à Câmara.

Na disputa para deputado estadual o PPS não realizará coligações e lançará uma nominata de candidatos para tentar ampliar o número de cadeiras na Assembleia Legislativa. Hoje tem o deputado estadual Altair Guidi. Na Amurel, a opção de pré-candidatura é o vereador de Capivari de Baixo, Arlei da Silva.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

PL da Enfermagem em votação

Alunos e professores, vestidos de branco, do curso de Enfermagem da Unisul realizam uma mobilização nesta terça-feira (13/4), em Tubarão. Eles realizam o ato para solicitar apoio a votação do Projeto de Lei 2295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho dos profissionais de enfermagem. A previsão é de que o PL entre em votação na sessão da Câmara dos Deputados de amanhã.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O preferido já tem compromisso

Circula nos bastidores uma pesquisa (não registrada) de que se os vereadores de Tubarão fossem candidatos, o mais votado seria Geraldo Pereira (PMDB), o Jarrão. Em tempos em que os peemedebistas procuram por um substituto do deputado estadual Genésio Goulart, a consulta poderia ser uma fonte de referência.

O detalhe é que Jarrão quer ficar longe desta disputa. Ele promete não atrapalhar a campanha daquele que for indicado pelo partido, mas para a assembleia legislativa já tem compromisso com a campanha de reeleição de Edison Andrino. Para federal, o apoio será para Edson Bez, o Edinho.

Milo de olho no apoio do PCdoB

A possibilidade de apoio do PCdoB catarinense a pré-candidatura de Ideli Salvati (PT) ao governo, seguindo o apoio nacional, interessa também ao pré-candidato a deputado federal Ademir Mota da Silva (PT), o Milo.

Existe a possibilidade do PCdoB não lançar candidatos para a Câmara Federal e com isso alguns setores já sinalizaram com apoio ao petista de Gravatal.

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