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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mais equipamentos para as polícias de TB

O Governo do Estado entrega hoje, às 9 horas, quatro novos veículos para as polícias de Tubarão. São três viaturas - uma Blazer e dois Ford Fiesta - para a Polícia Militar e uma Blazer para o Centro de Operações Especiais da Polícia Civil.

O secretário de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ronaldo Benedet, e o secretário regional de Tubarão, Jairos Cascaes entregam os veículos em solenidade no Centro Municipal de Cultura.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Piso Nacional de Policiais. Fim dos bicos?

Todo mundo sabe que o salário de Policiais Militares e Bombeiros não é lá estas coisas e que muitos deles fazem bicos para complementar a renda. Ou seja, nas horas de folga, quando deveriam descansar para depois prestar um melhor serviço à sociedade, eles procuram por mais trabalho.

Isso é proibido, mas se faz vista grossa e se deixa passar.

Pois bem, é para acabar com os bicos que surgiu a PEC 300/08 que já foi aprovada no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados. O valor do Piso Nacional ainda não está definido e se for aprovado vai ser determinado por lei complementar. Tem deputado inclusive sugerindo que se incluam também os policiais civis.

Já em Santa Catarina, o vice-governador Leonel Pavan (PSDB), disse em uma entrevista que gostaria de legalizar o bico, permitindo que os policiais prestem serviço para empresas privadas, devidamente fardados e armados. Dessa forma, em caso de algum delito já poderiam atuar também no combate ao crime.

E agora, quem é que tem razão?

Garantir um salário digno para os profissionais da segurança é uma importante medida para diminuir a corrupção e motivar estes servidores na proteção da sociedade.

Será que se esta PEC for aprovada o governo catarinense vai ignorar o Piso Nacional dos Policiais da mesma forma que ignora o Piso Nacional dos Professores?

Educação e segurança são assuntos importantes que aparecem sempre entre as prioridades da classe política e também nas necessidades da população, só que o discurso anda bem longe da prática.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Polícia Civil e Militar unem-se para coibir possível invasão do MST em área do Estado

Após participarem ontem em Florianópolis de uma reunião convocada pelo Governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), o prefeito José Roberto Martins (PSDB), o Beto, e toda cúpula estadual da Polícia Militar e Civil, como também do Município de Imbituba, reuniram-se hoje na Prefeitura para planejar uma ação integrada entre as polícias e o Poder Executivo e Legislativo quanto à repetida ameaça de invasão do MST no Município (Movimento dos trabalhadores sem terra).

O prefeito expôs todo cenário acerca do terreno que é alvo do movimento (área da ZPE e BRDE), e disse que não se tratam de locais para realização de atividade agrícola.

- Estas terras do estado não estão à deriva e existe sim já um processo solidificado para as mesmas.

Beto destacou também que o objetivo não é e nunca será de repressão a qualquer movimento social, desde que este esteja dentro da legalidade.

Para o Subcomandante Geral da PMSC, Coronel Luiz da Silva Maciel, o momento é de integração das duas corporações que irão estar juntas para coibir qualquer ato que incite a violência.

- O que fazemos é tomar medidas preventivas que promovam a segurança dos cidadãos - enfatizou Maciel.

O Delegado Geral da Polícia Civil do Estado, Maurício José Eskudlark, também presente no encontro, se colocou a inteira disposição do Município para dar todo o aparato necessário no caso de alguma ação de conflito.

- As polícias irão trabalhar juntas para manter a ordem social.

Com informações da AI/PMI

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Beto voa para falar com governador

O presidente da Amurel e prefeito de Imbituba José Roberto Martins (PSDB), o Beto, esteve presente na entrega do anteprojeto da ponte da Integração, mas teve que sair mais cedo. Governador do Estado Luiz Henrique da Silveira mandou um helicóptero buscá-lo para uma audiência em Florianópolis.

Os assuntos: disputas de competências entre as Polícias Civil e Militar em Imbituba e as ameaças de invasão de terras pelo MST.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Uma verdadeira sensação de (in)segurança

Reportagem exibida esta semana na Unisul TV mostrou a situação da Policia Militar de Tubarão. São cerca de 600 chamadas por dia e somente 50 são atendidas diretamente pelas sete viaturas disponíveis. Isso é menos de dez por cento das chamadas.

E como se definem estes 50 atendimentos? Por uma triagem feita pelos próprios policiais do que é mais grave, do que não é. Pra quem liga para a policia, obviamente que tudo é grave. Só que com a estrutura atual não é possível atender todo mundo.

Isso sim é gravíssimo! Ou não é alarmante esta situação? Está certo que muita dessas ligações feitas para a P.M. não precisariam de um atendimento direto, mas como vamos fazer quando tivermos 51 ocorrências graves? Alguém vai sobrar nesta história.

E nós o que vamos fazer? Vamos ficar reclamando da policia que não presta o devido atendimento? Ou vamos brigar para que ela seja devidamente equipada não só para atender o que for necessário, mas também ter condições de realizar mais rondas nos bairros, fazer o trabalho preventivo e realmente oferecer segurança para a população. Do jeito que está não adianta vim dizer que a cidade é tranqüila, que é segura, e que outros lugares estão pior do que aqui. Não se pode aceitar isso.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Inquéritos encerrados, mas e daí?

Os inquéritos civil e militar sobre a investigação do caso do Beco do Quilinho foram encerrados em Tubarão. Um seguiu para a justiça comum e outro para a promotoria militar. Segundo informou o comandante da Polícia Militar de Tubarão, tenente-coronel Sílvio Ricardo Alves, existem indícios de crime militar e agora o rigor da promotoria deve indicar os caminhos a serem tomados.

Mas pergunte ao comandante se alguém será afastado enquanto se julga o caso e a resposta continuará sendo não.



Para quem não lembra, este é o caso em que policiais militares são acusados de espancarem Ricardo Cipriano Diomar no dia 28 de agosto. O homem faleceu no dia 7 de setembro.

Outra denúncia contra abusos da polícia teve solução diferente esta semana. O ex-diretor da Deap, Hudson Queiroz, foi exonerado após divulgação de imagens de espancamento de detentos do presídio de São Pedro de Alcantará.

Isso significa dizer que ele é culpado. Não. Mas foi afastado enquanto se investiga. Foi o que a comunidade do bairro Morrotes pediu por aqui e não foi atendida.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Uma resposta e um prazo furado

Após o comentário de hoje na Unisul TV e a postagem no blog surge uma informação que precisa ser relataca. O presidente do Conselho Municipal de Tubarão, vereador Maurício da Silva (PMDB), informa que foi realizada uma reunião com as autoridades policiais para cobrar uma definição sobre o caso do Beco do Quilinho. Neste encontro foram informados que em 30 dias seria apresentado o resultado das investigações. Silva disse que o assunto também foi tratado num requerimento apresentado na Câmara de Vereadores.

O professor Maurício ficou de informar as datas do encontro e do prazo prometido, mas na conversa que tivemos ficou surpreso ao saber que o suposto espancamento de Ricardo Cipriano Diomar já completa 60 dias. Ou seja, o prazo dado já está expirado. Prometeu nova cobrança.

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Ninguém responde, ninguém cobra

Ninguém responde, ninguém cobra

O caso envolvendo Ricardo Cipriano Diomar aconteceu no dia 28 de agosto. Neste dia ele foi internado no hospital em estado grave. A suspeita era de espancamento por policiais militares. No dia 7 de setembro Diomar faleceu e desde então familiares, comunidade e a sociedade de Tubarão aguardam por um esclarecimento.

O que realmente aconteceu naquela noite? Ricardo fez algo de errado? A PM abusou da força? Não consigo entender o motivo que faria uma pessoa ser agredida ao ponto de morrer por causa disso. Não consigo entender porque este assunto não é esclarecido. E mais ainda não consigo entender porque as autoridades competentes não se interessam em esclarecer o que aconteceu.

Da prefeitura eu não vi nenhuma manifestação cobrando uma definição para o caso. Ou será que o prefeito não tem como cobrar tanto da Policia Militar como da Civil que o caso seja esclarecido? Ele não pode intervir, mas pode cobrar.

Dos vereadores também não vi nada. Eles também não podem intervir nas investigações. PM e Civil tem autonomia para investigar, mas os vereadores podem cobrar, se manifestar nas sessões, pedir providências. Mas não fizeram.

E o Conselho Municipal de Segurança? Será que este assunto não merece ser discutido pelo Conselho?

Será que se o problema tivesse ocorrido num bairro mais conceituado da cidade, ou então com alguém de uma família mais conhecida teria o mesmo tipo de atitude?

Mas como foi no Beco do Quilinho, um lugar já conhecido pelos problemas de segurança, parece que não merece a mesma atenção.

Nossa cidade tem que ser boa e segura para todos. Para quem mora no Centro, na Vila Moema, na Passagem, no São Martinho, no Humaitá, no Morrotes e no Beco do Quilinho.

Amanhã completamos dois meses do início do caso. Também completaremos dois meses de dúvidas, incertezas e principalmente descaso. Espero que acabe logo, pois já demorou.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Caso de Ricardo Diomar também precisa de atenção

O caso envolvendo o presidente da Câmara de Vereadores de Tubarão João Fernandes (PSDB) e o fotografo do Diário do Sul Logans Duarte já tem uns dez dias. Demorou, mas os vereadores tomaram uma atitude para discutir a situação.

Duarte é um profissional da imprensa e precisa ser respeitado como qualquer outra pessoa.

Agora, surpreende porque o caso de Ricardo Cipriano Diomar, morto após um caso de suposto espancamento por policiais militares há quase dois meses não tenha gerado nenhuma manifestação por parte dos vereadores. Nem mesmo aqueles que representam os moradores do bairro Morrotes, região onde aconteceu o caso, tiveram algum tipo de dedicação.

Os vereadores, obviamente, não tem como agir dentro da Policia Civil e da Policia Militar, mas poderiam exercer algum tipo de pressão para o esclarecimento do fato. Até agora as investigações não foram encerradas, ninguém foi afastado e não se sabe se alguém será responsabilizado pela morte de Cipriano.

Para quem acha que os vereadores demoraram no caso do fotografo, pergunte aos familiares e moradores do bairro Morrotes o que eles acham da demora no caso de Cipriano.

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O anonimato impera no bairro Morrotes

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O anonimato impera no bairro Morrotes

Moradores contrários ao abaixoassinado que pede o afastamento de policiais militares envolvidos em denúncia de espancamento começaram a se manifestar. E da mesma forma que recebo informações anônimas sobre o abuso da força por parte da PM estas pessoas se manifestam anonimamente sobre a situação do crime no bairro.

Numa destas manifestações é relatado um dos medos e dificuldades de se conseguir as assinaturas para o abaixoassinado. São atribuídas ameaças, coação e medo dos traficantes que tomam conta do beco e acusações de que o envolvimento da enteada de Ricardo Cipriano Diomar com o tráfico também deve ser pesado no julgamento do problema. Mas as pessoas também concordam que a polícia não tem o direito de tirar a vida de ninguém.

Outro relato conta que afastar a polícia do bairro é facilitar para os criminosos. Cita inclusive o exemplo de um mercado que foi assaltado na semana passada e que sem a polícia fica facilitada a fuga dos bandidos.

O tema divide opiniões, mas expõe uma das mazelas ignoradas pela maioria: a violência.

Na semana passada, após o jogo do Hercílio Luz, um rapaz foi baleado próximo ao estádio Aníbal Costa. Ferido procurou ajuda numa lanchonete próxima e foi socorrido pelo Samu ali mesmo, “com o sangue jorrando do pescoço”, disse-me uma das pessoas que presenciou o fato. O motivo do crime: dívida de R$ 250 (ou um pouco mais, um pouco menos, o valor não importa) com traficantes.

Quanto vale a vida em nossa cidade? Quanto vale a tranquilidade de nossa cidade?

Isso não tem preço. Mas estamos assistindo passivamente o crescimento deste problema. Será que vamos deixar isso tomar conta?

Abaixoassinado: Família pede ação do MP

ESTÁ NO NOTISUL
Os familiares do eletricista Ricardo Diomar Cipriano, 28 anos, e alguns moradores do bairro Morrotes estiveram, no início da tarde de ontem, no Fórum de Tubarão. A ‘comitiva’ foi entregar um abaixoassinado relacionado à morte de Ricardo, na semana passada - ele ficou dez dias internado na UTI após uma suposta agressão cometida por policiais militares. SAIBA MAIS...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Moradores conseguem 250 assinaturas para pedir afastamento de PMs

Os moradores do bairro Morrotes ainda não entregaram o abaixo-assinado, que pede o afastamento dos policiais acusados de espancamento de um morador, ao secretário de segurança pública e defesa do cidadão, Ronaldo Benedet. A intenção era ter o documento concluido na sexta-feira, mas isso não foi possível.

Sabe qual foi o motivo do atraso? Eles tiveram dificuldades para conseguir as assinaturas. Muitas pessoas se sentiram amedrontadas em assinar o documento e sofrer retaliações? Mas eu pergunto, retaliações de quem?

Durante o fim de semana recebi alguns contatos de moradores que se queixaram da atuação dos policiais militares. Estas pessoas não querem se identificar e também não entendem o motivo dos PMs envolvidos na denuncia não terem sido afastados durante o período de investigações. Dizem que compreendem que o trabalho da polícia precisa ser feito, mas que o preço por isso não pode ser o medo da população.

Apesar disso foram obtidas 250 assinaturas e agora o trabalho será levar o documento ao secretário Ronaldo Benedet.

Até agora é lamentável o silêncio por parte das autoridades do município. Como disse o secretário em sua única manifestação sobre o assunto até o momento, ninguém está acima da Lei. Então está na hora de esclarecer esta história.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Benedet ainda não sabia da denúncia contra a PM de Tubarão

A ocorrência da Polícia Militar no bairro Morrotes, que resultou na denúncia de agressão a um morador, foi há mais de dez dias, a vítima faleceu há dois e somente hoje (9/9) o secretário estadual de Segurança Pública e Defesa do Cidadão Ronaldo Benedet ficou sabendo do assunto após o nosso contato. Será que estavam querendo esconder a situação dele?

Pela reação que tiveram pelo telefone, assessor e o secretário, dá para acreditar que não estavam sabendo do caso mesmo. Benedet foi informado também que será procurado pela comunidade para a entrega de um abaixo-assinado que pede o afastamento dos policiais envolvidos e o esclarecimento dos fatos. Soube também que a comunidade já realizou protestos e viaturas da PM foram apedrejadas por moradores mais revoltados.

O secretário informou que vai receber o documento e falou que é preciso respeitar os trâmites de apuração do caso e que ninguém está acima da Lei.

– Vivemos num Estado democrático e as leis precisam ser respeitadas. Seja a Polícia Militar na sua atividade, sejam os cidadãos que precisam aguardar a decisão da Justiça.

Os familiares de Ricardo Cipriano Diomar, vítima do suposto espancamento, pretendem responsabilizar o Estado pela morte.

Leia mais em:
Moradores do Morrotes vão pedir apoio do MP

Homem que teria sido espancado por policiais morre

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Moradores do Morrotes vão pedir apoio do MP

Moradores do bairro Morrotes de Tubarão organizam um abaixo-assinado para levar até a Promotoria Pública para pedir esclarecimentos sobre a morte de um morador, que teria sido espancado pela Policia Militar. O texto pede que os policiais sejam afastados da corporação.

No dia 28 de agosto, Ricardo Cipriano Diomar, foi internado no Hospital Nossa Senhora da Conceição, com sérias lesões corporais, e faleceu na madrugada de segunda-feira (7/9).

O documento deve ser entregue até a próxima sexta-feira.

Será que algum vereador da cidade vai deixar de lado as brigas pessoais na câmara de lado para ajudar a comunidade e dar voz a esta necessidade de esclarecimento?

O comando da Policia Militar na cidade precisa esclarecer logo o caso e a comunidade sozinha não terá forças para cobrar por isso.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

PM precisa esclarecer logo denúncia de abuso de força

Bala perdida na Área Verde, criança abandonada na calçada, mais uma mulher atingida por quatro tiros, uma pessoa internada na UTI vitima de espancamento, apreensão de drogas e moradores revoltados com a atuação da Policia Militar. Nada mau para o começo de semana numa cidade que é dita segura. Mas segura pra quem né?

Policia e justiça buscam soluções para estes problemas e já dissemos aqui que o trabalho das autoridades vem sendo realizado, mas não podemos dizer que vivemos uma situação normal ou de tranquilidade.

A expectativa agora também é com relação ao esclarecimento destes fatos, principalmente esta denúncia de abusos da Política Militar. O comando da PM diz que vai apurar e vai ter uma resposta em vinte, trinta dias. Os moradores e familiares do homem agredido prometem para hoje à tarde uma passeata até a sede do batalhão para protestar e cobrar explicações.

Erros podem acontecer. Da policia é o que menos se espera, pois a credibilidade deste órgão não pode ser abalada. Mas se teve algum erro, que se assuma logo a responsabilidade e que se corrija a situação. A policia não pode perder a confiança da população. Já tivemos informações de que as viaturas da PM foram recebidas com pedradas por moradores.

A forma de corrigir isso é esclarecer logo os fatos e apurar os responsáveis. Se houver culpa de alguém que se encaminhe para a justiça.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Trânsito: a responsabilidade de cada um

Polícia Militar, Guarda Municipal, pedestres e motoristas têm, cada um, as suas responsabilidades no trânsito. Mas o que se vê é um reclamando do outro.

Polícia Militar e Guarda Municipal têm a função de orientar e fazer cumprir as Leis. Pedestres e motoristas devem respeitar e cumprir as Leis.

Portanto, motorista deve dar a preferência para os pedestres nas faixas de travessia, do mesmo jeito que os pedestres devem ter bom senso na hora de atravessar uma rua. Simplesmente colocar o pé na via, não significa que todo o trânsito, com veículos leves ou pesados tem que dar um jeito de parar por causa do pedestre.

Da mesma forma que motoristas devem guiar com atenção, dentro das normas vigentes, para assim termos mais respeito entre todos.

Para finalizar este post, segue a confirmação de que em Tubarão, a Guarda Municipal pode pedir documentos de motoristas, advertir e multar os infratores. Convênio com a Polícia Militar permite que o trabalho seja feito. Quem não quer ganhar uma multa e pontos na Carteira de Habilitação, que dirija dentro da Lei.

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