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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Inquéritos encerrados, mas e daí?

Os inquéritos civil e militar sobre a investigação do caso do Beco do Quilinho foram encerrados em Tubarão. Um seguiu para a justiça comum e outro para a promotoria militar. Segundo informou o comandante da Polícia Militar de Tubarão, tenente-coronel Sílvio Ricardo Alves, existem indícios de crime militar e agora o rigor da promotoria deve indicar os caminhos a serem tomados.

Mas pergunte ao comandante se alguém será afastado enquanto se julga o caso e a resposta continuará sendo não.



Para quem não lembra, este é o caso em que policiais militares são acusados de espancarem Ricardo Cipriano Diomar no dia 28 de agosto. O homem faleceu no dia 7 de setembro.

Outra denúncia contra abusos da polícia teve solução diferente esta semana. O ex-diretor da Deap, Hudson Queiroz, foi exonerado após divulgação de imagens de espancamento de detentos do presídio de São Pedro de Alcantará.

Isso significa dizer que ele é culpado. Não. Mas foi afastado enquanto se investiga. Foi o que a comunidade do bairro Morrotes pediu por aqui e não foi atendida.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mais polêmica no presídio de Tubarão

Nem Francisco Esmeraldino, nem Décio Paquelim, nem Ricardo Welausen, o novo diretor interino será o agente penitenciário Fabrício Buss de Medeiros. Pelo menos é o que pretende o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap) Hudson Queiroz.

O problema é que Medeiros tem na justiça processos por assédio sexual e tentativa de suborno de uma detenta. Segundo informações a formação dele também estaria em desacordo com a legislação. Ele tem curso superior em Administração e a exigência é de cursos de Direito, Pedagogia, Psicologia ou Serviço Social. Esta manhã foi feita uma tentativa de conversa com eles no Presídio de Tubarão, mas a imprensa não foi recebida.

Os processos contra Fabrício Medeiros ainda não foram julgados, portanto não se pode acusá-lo de nada, mas será que não tem ninguém dentro dos quadros da polícia catarinense em condições de ocupar o cargo sem criar nenhuma polêmica?

Uma hora é desacordo de quem faz a indicação, outra é falta de diploma, outra é processo na justiça. Continuo não entendendo o motivo deste cargo ser tão cobiçado e disputado.

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